Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Filosofia e ética de Ensino Fundamental II

Cino de Pistoia e a escola de juristas medievais: resumo

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O fundador desta escola foi Cino de Pistoia. Os juristas da escola atuaram em todo o corpus do direito (direito romano, direito canônico, direito feudal, direitos municipais) e, fortemente orientados para fins práticos, buscaram unificar e adaptar-se às necessidades de regulamentação do final da Idade Média.

A nova atitude intelectual dos comentadores representa uma abordagem diferente à tensão entre a verdade e a realidade, associada ao desenvolvimento da escolástica tomista.

Representa uma reação contra correntes 'fundamentalistas' que pretendiam reduzir todo o conhecimento válido e legítimo ao que estava contido nos textos da autoridade, recomendando-o como único meio para obter a resolução de todos os problemas, tanto práticos...

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Demonstração e Argumentação: diferenças, retórica e Sofística vs. Filosofia

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Demonstração vs. Argumentação: Conceitos e Distinções

Demonstração

Do grego ‘apodeixis’, que significa ‘mostrar a partir de’. É apresentar provas lógicas irrecusáveis, é encadear juízos/proposições de tal modo que a partir do primeiro se é racionalmente constrangido a aceitar a conclusão. A demonstração diz respeito à verdade da conclusão, tida como consequência necessária das premissas.

Argumentar

Ato de comunicação, isto é, um ato mediante o qual um orador, perante um auditório, põe em comum as suas opiniões e partilha os seus pontos de vista sobre um determinado assunto. É um ato do pensamento e do discurso. O ato de argumentar concretiza-se na produção de teses às quais se acrescentam as respetivas explicações,...

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Nossa Embriaguez de Vilém Flusser: drogas, cultura e arte

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  • O texto Nossa Embriaguez de Vilém Flusser visa mostrar a posição central da droga em nossa sociedade atual, assim como a relação que a arte tem com as drogas e com a cultura. Flusser inicia o texto dizendo que a vida humana não é fácil por ser sempre uma vida em cultura. Cultura é, ao mesmo tempo, desalienação e alienação, mediação (ato de chegar a um entendimento entre as partes) e encobertura, emancipadora (libertadora, aquela que torna independente) e condicionante (um fator que favorece algo a se tornar uma condição, condição que pode ser entendida como uma obrigação, algo que se impõe e se aceita). Essa ambivalência (dualidade de sentimentos, sentimentos opostos proporcionados) do ambiente cultural cria tensões

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Contabilidade: ciência, técnica e a superação do dilema arte

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Pelo que desenvolvemos neste trabalho, podemos afirmar que a Contabilidade é uma ciência social aplicada, assim como o Direito, a Administração e a Economia. É ciência por preencher os requisitos da ciência, conforme o conceito dos especialistas. Tem objeto específico de investigação, tem metodologia própria (o que não proíbe que esta metodologia seja utilizada por outras ciências), descreve fenômenos empíricos, tem suas próprias leis e existe uma teoria própria da Contabilidade. Inclusive, muitos estudos sobre a Contabilidade preenchem os quatro requisitos básicos, segundo Eco (1983:23), para serem classificados como trabalhos científicos.

Com relação à técnica, existem técnicas contábeis que são os modos de materializar...

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Fenomenologia, Hermenêutica e a Teoria Consensual da Verdade

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Fenomenologia / Hermenêutica: Com a intenção de superar a divisão e a oposição entre realismo e idealismo no conhecimento, surgiram tanto a fenomenologia quanto a hermenêutica.

O tema da fenomenologia é "ir às coisas mesmas", buscando compreender as coisas na sua pura e simples presença para a consciência, o sujeito. Ao tentar mediar entre idealismo e realismo, a fenomenologia dá prioridade à consciência, pois a consciência é capturada pelas próprias coisas (como no idealismo), mas também considera que os objetos se tornam claros para o sujeito (como no realismo). Para alcançar esse objetivo, é necessário deixar de lado todos os preconceitos, teorias e interpretações através de um processo de reflexão, denominado "redução"...

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Filosofia

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Demonstrar-Vem do grego apodeixis, que significa mostrar a partir de...Trata-se de apresentar provas lógicas irrecusáveis, encadear juízos de tal modo que a partir da primeira proposição se é racionalmente constrangido a aceitar a conclusão. Diz respeito á verdade de uma conclusão tida como consequencia necessaria das premissas. Pressupõe uma lógica formal, uma linguagem abstracta e simbólica e tem um carácter impessoal que faz com que seja isolado de qualquer contexto.Aplica-se ás ciencias logico-dedutivas.
Argumentar-É um acto do pensamento e do discurso. É um acto de comunicação,ou seja, um acto mediante o qual um orador, perante um auditório,põe em comum as suas opiniões e partilha os seus pontos de vista sobre um determinado...
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Autonomia moral

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A autonomia moral, um ideal de vida
* Consciência
"A voz da consciência
A "consciência" é a capacidade das pessoas para conhecer e julgar a bondade ou maldade das ações, além disso, se move e orienta a direção na qual a pessoa acredita ser correto.
A linguagem popular é apontado como a voz interior que nos inspira e obriga os juízes a moralidade de nossas ações.
- Heteronomia e autonomia
A consciência é de princípios que rege a sua vida pessoa, mas às vezes não percebemos que eles são os nossos princípios, mas sempre temos.
* A consciência heterônoma quando guiado por:
Ditames do instinto ^
^ Tradição
^ Autoridade dos outros
* A auto-consciência, quando ela propôs a normas morais que devem reger suas ações....
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Geometria

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2.Mostre que os seguintes subconjuntos de R4 são subespaços

a) W= {(x,y,z,t) ∈ R4 ǀ x+y=0 e z-t= 0}

i)v1=(x1,y1,z1,t1) ∈ W  e v2=(x2,y2,z2,t2) ∈ W

v1+v2=( x1+ x2, y1+ y2, z1+ z2, t1+ t2 )

(x1+ x2)+( y1+ y2)=( x1+ y1)+( x2+ y2)= 0 + 0= 0

(z1+ z2)-( t1+ t2)=( z1- t1)+( z2- t2)= 0 + 0= 0

V1 + V2 ∈ W

ii) v=(x,y,z,t) ∈ W  e λ ∈ R Então  λ.v=(λx,λy,λz,λt).

λx + λy = λ (x+y)= λ . 0= 0

λz – λt = λ (z-t )= λ . 0= 0

λv ∈ W.Portanto W é subespaço.

b) u= {(x,y,z,t) ∈ R4 ǀ2x -y -t=0 e z= 0}

seja v1=(x1,y1,z1,t1) ∈ W  e v2=(x2,y2,z2,t2) ∈ W

v1+v2=( x1+ x2, y1+ y2, z1+ z2, t1+ t2 )

entãoV1 + V2 ∈ W

testemos

2(x1+ x2) – (y1+ y2) – (t1+ t2)=0

2x1- y1- t1=0

2x2- y2- t2=0

z1+ z2=0

z1=0

z2=0        temos que V1 + V2 ∈...

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Legitimidade do estado

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Para John Locke quer o estado quer o poder político, não existem naturalmente. São construções e convenções humanas.

O que legitima a autoridade do estado é essencialmente a questão da propriedade, do direito de propriedade.

Antes de existir o estado, a sociedade civil e política, o homem vivia num estado natural de liberdade, de igualdade e de total independência. O homem não precisava de pedir licença nem dependia da vontade de ninguém; todos tinham os mesmos direitos e oportunidades; era um estado regido pela lei natural que é uma lei moral mas que não depende de nenhuma convenção; era um estado onde compete a cada homem observar e executar a lei natural; era um estado em que o poder não era absoluto nem arbitrário; eram...

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Aristóteles, o fim do estado

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Segundo Aristóteles, o fim do estado é a formação moral dos cidadãos. A realização da vida moral – a virtude – tem lugar na cidade e só esta pode garanti-la e fornecer o conjunto de meios necessários a esse fim.- A cidade é uma comunidade política estabelecida em ordem a um bem. Na medida em que todas a comunidades visam o bem e a cidade é a maior de todas as comunidades, então a cidade visará o maior de todos os bens: o soberano ou supremo bem que, para Aristóteles, é a vida boa ou a felicidade.- A cidade visa então o maior bem porque abrange todas as outras comunidades menores.- Para Aristóteles a componente essencial é a família, a segunda é a aldeia e por fim a cidade.- A família está na origem da associação...

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