Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Outros cursos

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Filosofia Medieval: características e fases

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A Filosofia Medieval foi desenvolvida na Europa durante o período da Idade Média (séculos V–XV). Vale lembrar que, na Idade Média, a Igreja medieval tinha grande influência e, portanto, muitos temas explorados pelos filósofos eram de ordem religiosa.

Trata-se de um período de expansão e consolidação do cristianismo; a Igreja Católica foi, no período medieval, a mais importante instituição social e a principal representante da fé cristã.

Assim, muitos filósofos desse período eram membros da Igreja.

As principais características da filosofia medieval são:

  • Inspiração na filosofia clássica (greco-romana)
  • União da fé cristã e da razão
  • Busca da verdade divina

Filosofia Medieval Cristã:

Uma vez que a Idade Média foi um longo... Continue a ler "Filosofia Medieval: características e fases" »

Justiça Restaurativa: Origens, Conceitos e Práticas

Enviado por clara77 e classificado em Filosofia e Ética

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Origens JR

O conceito de justiça restaurativa nasceu há 50 anos, existem ainda duvidas no que diz respeito à sua definição pelo facto de se tratar de um conceito novo.
Pára percebermos o que é JR temos de entender o âmbito da criminologia. Ele pode ser positivista – não oferece qualquer contributo à JR, crítica – sem esta não existia JR uma vez que se encarrega de estudar a reação social ao crime, estudo o funcionamento e as consequências da reação social.

De realçar o paradigma criminológico que sofreu reviravolta onde Figueiredo Dias mencionou uma “deslocação fundamental de perspetivas”, onde na criminologia anterior tinhas como protagonistas o delito e o delinquente, agora temos foco sobre quem reage ao delito... Continue a ler "Justiça Restaurativa: Origens, Conceitos e Práticas" »

Renascimento: Humanismo, Reforma e Ciência

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A concepção medieval cristã via o homem como o ser supremo da criação divina e a Terra era o centro do universo. A teoria de que a Terra era o centro do mundo, o geocentrismo (a teoria que postulava que a Terra é o centro do universo), era uma explicação que justificava tal visão.

Após a Idade Média, há um período de transição entre os séculos XV e XVI para a Idade Moderna, que significou ruptura com a tradição cristã anterior, fundamentada em Deus, e passou-se a valorizar o homem.

Humanismo Renascentista

É o período chamado Humanismo Renascentista, marcado por:

  • Artes plásticas
  • Valorização do homem: liberdade e criatividade

É o momento em que se rompe com a visão sagrada e teológica na arte, no pensamento, na política... Continue a ler "Renascimento: Humanismo, Reforma e Ciência" »

Redes Neurais, Algoritmos Genéticos e Lógica Fuzzy

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1. Redes Neurais Artificiais (RNA)

a) Defina o que é uma RNA

Redes Neurais Artificiais são dispositivos de computação paralela que consistem de muitos processadores interconectados (neurônios artificiais). Cada processador conhece apenas os sinais que envia e recebe periodicamente de outros processadores. Essas redes são usadas para modelar funções complexas, reconhecimento de padrões, regressão, entre outros problemas de aprendizagem.

b) Quais os elementos fundamentais de uma RNA? Ilustre e exemplifique

Os elementos fundamentais de uma RNA são:

  • Conjunto de neurônios artificiais — unidades de processamento que recebem entradas, aplicam uma função de ativação e produzem saídas.
  • Padrão de conexão (arquitetura) — define como os
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O Racionalismo de Descartes e a Dúvida Metódica

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A fonte do conhecimento racionalista é o pensamento/razão. Os racionalistas afirmam que este conhecimento sem auxílio da experiência (a priori) garante a inquisição e justificação do conhecimento. Os racionalistas desprezam o papel dos sentidos e da imaginação e defendem que o conhecimento deve ter apenas 2 critérios, a necessidade lógica e a universalidade. O ideal do conhecimento pressupõe a natureza dedutiva do saber e o modelo racionalista do conhecimento é a matemática. Como Descartes constrói o conhecimento verdadeiro -> Descartes coloca a dúvida como instrumento principal na busca das verdades indubitáveis sobre as quais seja possível fundar um conhecimento seguro. O objetivo de alcançar a verdade começa quando... Continue a ler "O Racionalismo de Descartes e a Dúvida Metódica" »

Hume: Empirismo, Percepções e Ceticismo Moderado

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Hume: Empirismo e a Origem do Conhecimento

Hume é um empirista, pois acredita que o conhecimento se baseia na experiência e se traduz em percepções. Assim, nada está na razão que não tenha estado previamente nos sentidos. Ele considera que a nossa mente, ao nascermos, é como uma "tábua rasa".

Para se referir aos conteúdos da nossa mente, Hume fala de percepções, que se dividem em:

  • Impressões: Imagens ou sentimentos que derivam imediatamente da realidade.
  • Ideias: Cópias frágeis das impressões.

Tipos de Conhecimento para Hume

Para Hume, existem dois tipos de conhecimento:

  1. Relações de Ideias: Conhecimento *a priori*, onde as verdades são necessárias e negá-las é contraditório. Contudo, este conhecimento não nos dá nenhuma informação
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Fundamentos da Argumentação e Retórica Jurídica

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O argumento é um elemento linguístico porque se exterioriza por meio da linguagem. É, por isso, um elemento que aparece inserto em um processo comunicativo, que deve ser o mais eficiente possível.

Argumentar ou raciocinar é uma atividade que consiste em apresentar razões a favor ou contra uma determinada tese que se trata de sustentar ou refutar.

A argumentação processa-se por meio de discurso, ou seja, por palavras que se encadeiam, formando um todo coeso e cheio de sentido, que produz efeito racional no ouvinte. Quanto mais coeso e coerente for o discurso, maior será sua capacidade de adesão à mente do ouvinte, porquanto este o absorverá com facilidade, deixando transparecer menores lacunas.

  • A argumentação dirige-se a um auditório.
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h3>Utilitarismo e Sociedade Disciplinar: Mill, Bentham e Foucault

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A diferença para Bentham na sua exegese é a definição exata do termo “felicidade”. Para Stuart Mill, o prazer não se restringe ao quantitativo do comensurável pela duração e intensidade. Ainda que o quantitativo dos prazeres inferiores e superiores estejam presentes não apenas no racionalismo à maneira de Bentham, mas também nas percepções da alma humana realçada pelo romantismo. O fundamental é a afirmação da capacidade do ser humano de exercer a liberdade, escolhendo e decidindo entre o bem e o mal.

Justiça Social

Diante do conceito comum do bem e do mal, é necessário um juízo de valor que possa efetivamente abranger todas as condutas individuais, classificando-as e definindo a sua graduação perante o conjunto social.... Continue a ler "h3>Utilitarismo e Sociedade Disciplinar: Mill, Bentham e Foucault

Ética, Religião e a Crise de Sentido na Pós-Modernidade

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Filósofos e Teólogos Importantes

  • Alberto Magno: Defesa da coexistência pacífica da ciência com a religião. Foi professor de Tomás de Aquino.
  • Tomás de Aquino: Maior responsável pela integração definitiva do aristotelismo.
  • Guilherme de Ockham: Princípio da Parcimônia (a natureza é por si mesma econômica).

A Vida Após a Idade Média e a Modernidade

Como se deu a vida após a Idade Média, sem as influências religiosas dominantes? Com a Modernidade, surgiram novidades em todas as áreas, especialmente após a Revolução Industrial. O que a teologia disse sobre isso? Que existem novas modalidades de consumo e comportamento:

  1. Tecnologia da Comunicação: Novas redes sociais e suas "febres".
  2. Informação a Todo Momento: O que é verdade
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Lógica, Argumentação Jurídica e Correntes do Direito

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Lógica

É o estudo das regras do pensamento correto e sua aplicação de acordo com os processos e métodos próprios do objeto das outras ciências. É um instrumento para aferir a validade do pensamento em qualquer área do conhecimento acumulado pelo Homem. Funciona como uma trave-mestra do raciocínio e da argumentação, estudando os processos da mente e não os seus poderes.

O objeto da lógica é o raciocínio expresso através dos argumentos. O raciocínio é o ato pelo qual o espírito, através do que já conhece, adquire um novo conhecimento. O argumento é a exteriorização do raciocínio humano construído num processo interno. A lógica procura apenas avaliar a validade ou não validade do raciocínio.

Lógica formal e lógica

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