Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Teoria Probabilística da Evolução na Geomorfologia Fluvial

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Teoria Probabilística da Evolução na Geomorfologia Fluvial

A Teoria Probabilística da Evolução do Modelado é uma tendência que floresceu na década de 1960 dentro da Geomorfologia Fluvial, tendo como principais representantes Luna Bergere Leopold e Walter B. Langbein.

O Conceito de Entropia na Evolução da Paisagem

O escopo filosófico desta linha de pensamento encontra-se descrito no artigo de Leopold e Langbein publicado em 1962, denominado "The Concept of Entropy in Landscape Evolution" (O Conceito de Entropia na Evolução da Paisagem). Antes disso, Leopold já havia escrito diversos outros artigos tratando da mesma temática.

Fundamentos da Teoria Probabilística

O fundamento básico da Teoria Probabilística está no conceito de

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Fenomenologia do Conhecimento: A Relação Entre Sujeito e Objeto

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O conhecimento proposicional é analisado pela fenomenologia, que descreve o ato de conhecer e acredita que o conhecimento é a relação entre o sujeito e o objeto, um fenômeno que ocorre na consciência do sujeito. A análise fenomenológica descreve o ato de conhecer, expondo que, antes de tudo, é necessário existir sujeito e objeto, um cognoscente (aquele que conhece) e um cognoscível (aquele que é conhecido). É estritamente necessário que haja uma relação entre estes para que se dê o conhecimento, em que existe uma correlação (ambas só são o que são porque o são um para o outro) e interação (precisam um do outro).

Enquanto o sujeito, num processo que como que sai de si mesmo, invade a esfera do objeto, recolhe as propriedades... Continue a ler "Fenomenologia do Conhecimento: A Relação Entre Sujeito e Objeto" »

O perfil da vítima de assédio moral no ambiente de trabalho

Enviado por Koshigawa e classificado em Filosofia e Ética

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A vítima do terror psicológico no serviço, assim como na área do teleatendimento não é o funcionário desidioso, descuidado. Ao oposto, os estudiosos encontraram como vítimas extamente os empregados com um senso de obrigação quase patológico, são infantis no significação de que creêm nos outros e naquilo que fazem, são comumente operadores bem-educados e possuidores de estimadas qualidades profissionais e morais. De caráter universal, a vítima é optada minuciosamente por ter alguma coisa mais. Essa alguma coisa a mais que o brutal agressor busca defraudar. As manobras diminuem a auto-estima, confundem e encaminham o funcionário a desacreditar de si mesmo e a se culpar. Com o emocional fragilizado, acaba por comprar atitudes... Continue a ler "O perfil da vítima de assédio moral no ambiente de trabalho" »

A Teoria da Justiça de John Rawls: Princípios e Conceitos Chave

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A Teoria da Justiça de Rawls

A teoria assenta na ideia de que uma sociedade só será justa na medida em que respeite os direitos do indivíduo enquanto pessoa e proporcione, através da cooperação de todos e das suas instituições, o máximo de vantagens mútuas possível. Para fundar a sociedade justa, é preciso que o contrato ou pacto social se realize em condições que possam garantir a imparcialidade na escolha dos princípios basilares que orientarão o seu funcionamento.

A Posição Original

É a situação hipotética em que os indivíduos se encontram à partida para firmar o pacto social, sem que tenham conhecimento da sua condição social (o véu da ignorância). Esta posição, que garante a imparcialidade, permite que se definam... Continue a ler "A Teoria da Justiça de John Rawls: Princípios e Conceitos Chave" »

Estética, Indústria Cultural e Cultura Popular: Uma Análise Crítica

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Escola de Frankfurt

Originária da Alemanha, a Escola de Frankfurt baseia-se nas ideias de Nietzsche, Marx e Freud. Para essa corrente, não existe uma verdade universal, pois toda verdade é fundamentada no modo econômico e no consumo. Aquilo que vem para ajudar, muitas vezes escraviza, e tudo gira em torno do consumismo.

Conceitos de Freud abordados:

  • Desejos Inconscientes: Sonhos são a realização de desejos ocultos na mente.
  • Id: Representa o desejo.
  • Ego: Representa a decisão.
  • Superego: Atua como o juiz moral.

Estética

A Estética visa investigar a essência da beleza e as bases da arte. Ela procura compreender as emoções, ideias e juízos que são despertados ao se observar uma obra de arte.

Platão e Sócrates

  • Mundo das Ideias (Ideal): É
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Análise do Direito: Uma Introdução Jusnaturalista e Positivista

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Introdução à Análise do Direito

Carlos Santiago Nino

Capítulo I - A Definição de Direito

1. A Pergunta "O Que é Direito?"

São notáveis as dificuldades e discordâncias entre estudiosos do direito ao definir e classificar os fenômenos que estudam, apesar da aparente familiaridade do objeto.

Uma possível explicação reside na concepção platônica da relação entre linguagem e realidade. Nesse pensamento, conceitos refletem a essência das coisas, e palavras são seus veículos. A conexão entre significado e realidade seria necessária, cabendo aos homens apenas reconhecê-la. Haveria, assim, uma única definição válida para cada palavra, obtida por intuição intelectual. Essa concepção entende a definição como descritiva... Continue a ler "Análise do Direito: Uma Introdução Jusnaturalista e Positivista" »

Filósofos Políticos: Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau e Maquiavel

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Thomas Hobbes (1588-1679)

Thomas Hobbes (1588-1679): a natureza humana não muda, é sempre a mesma (“conhece-te a ti mesmo”). O homem é mau, invejoso, ambicioso, cruel e não sente prazer na companhia do outro. O estado de natureza é uma “guerra de todos contra todos”, o “homem é o lobo do homem”. Sem lei nem autoridade, todos têm direito a tudo. A vida é “solitária, pobre e repulsiva, animalesca e breve”. Para fugir desse estado, reúnem-se em sociedade e firmam o contrato social, estabelecendo uma autoridade soberana com poder ilimitado e incontestável para impor a ordem (Estado – Leviatã). O pacto é de submissão e não pode ser quebrado. A obra de Hobbes serviu como justificação do absolutismo. Obra: O Leviatã.... Continue a ler "Filósofos Políticos: Hobbes, Locke, Montesquieu, Rousseau e Maquiavel" »

A Retórica na Filosofia: Verdade, Persuasão e Manipulação

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O Filósofo e a Busca pela Verdade

  • Filósofo: Amante, desinteressado do saber (Sócrates e Platão).
  • Centra-se no conteúdo do discurso.
  • Procura o discurso verdadeiro.
  • Entende a verdade como sendo absoluta.
  • Baseia o discurso na verdade e no bem.

A Retórica: Conceitos e Perspetivas

  • Platão: Atividade empírica, de simulacro à política, confrontando o discurso como instrumento de poder (sofistas) e como instrumento de verdade (filósofos).
  • Sofistas: Arte de bem falar ou persuadir um dado auditório a favor de determinada opinião (segundo um interesse pessoal).
  • Filósofos: A argumentação só pode servir a busca da verdade e, consequentemente, praticar o bem.
  • Faz-se um bom ou mau uso da retórica, pois não é ela que é moral ou imoral, mas quem a
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O Empirismo de David Hume: Conhecimento, Impressões e Ideias

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O Modelo Empirista de David Hume

David Hume centrou parte dos seus trabalhos no problema do conhecimento e na defesa radical do empirismo. É reconhecido pela conceção de conhecimento que defende e pelo valor e limites que lhe reconhece. Tudo o afasta do racionalismo de Descartes, pois considera que a razão, por si só, não tem capacidade para conhecer.

Fortemente inspirado pelo Iluminismo, colocou em causa o racionalismo e o dogmatismo cartesiano por este abdicar da experiência como fonte de conhecimento. Para Hume, as ideias que o sujeito tem resultam de perceções da realidade, envolvendo inevitavelmente um pensar, mas também um sentir e, como tal, para conhecer são necessários os dados empíricos.

A Experiência como Fonte de Conhecimento

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Princípios da Justiça, Maximin e Crítica Libertária

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Princípios da Justiça e Igualdade de Oportunidades

O segundo princípio da justiça estabelece que é prioritário garantir uma verdadeira igualdade de oportunidades no acesso a cargos e posições sociais, de modo a que todos possam contribuir em pé de igualdade para o bem da coletividade.

Na prática, o princípio da diferença poderá exigir que os ricos contribuam pagando mais impostos para que os mais pobres melhorem a sua condição. Só seriam permitidas desigualdades quando estas correspondessem a uma melhoria da situação dos menos afortunados.

É um facto que os seres humanos não são iguais quanto aos seus talentos e capacidades naturais e que, portanto, a este nível se encontram inevitavelmente em situação de desigualdade.... Continue a ler "Princípios da Justiça, Maximin e Crítica Libertária" »