Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Sociologia do Direito: Perspectivas Clássicas e Modernas

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A sociologia do direito é o estudo do direito na sua relação com o social. Sistema dentro do qual a lei está localizada. Especificamente, discute os fatores sociais que formam a lei; nomeadamente, os interesses políticos, econômicos e culturais que definem a lei. Também aborda os efeitos sociais ou implicações de leis específicas e sistemas legais, quer sejam intencionais ou não intencionais.

O núcleo teórico clássico da sociologia do direito é constituído pelas teorias dos três pais fundadores da sociologia clássica: Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim. Esses três sociólogos clássicos representam diferentes abordagens teóricas e epistemológicas em sociologia (conflito, interpretação e funcionalista, respectivamente)... Continue a ler "Sociologia do Direito: Perspectivas Clássicas e Modernas" »

Racionalismo e o método de Descartes

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Fonte do conhecimento racionalista

A fonte do conhecimento racionalista é o pensamento/razão. Os racionalistas afirmam que esta, sem auxílio da experiência (a priori), garante a aquisição e a justificação do conhecimento. Os racionalistas desprezam o papel dos sentidos e defendem que o conhecimento deve satisfazer dois critérios: a necessidade lógica e a universalidade. O ideal do conhecimento pressupõe a natureza dedutiva do saber e o modelo racionalista do conhecimento é, então, a matemática.

Como Descartes constrói o conhecimento verdadeiro

Descartes institui a dúvida como instrumento de trabalho na busca das verdades indubitáveis sobre as quais seja possível fundar um edifício de conhecimento seguro. O objetivo de alcançar... Continue a ler "Racionalismo e o método de Descartes" »

David Hume: Empirismo, Ceticismo e Teoria do Conhecimento

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Críticas de Hume

  • Não há certezas para a minha consciência enquanto pensamento permanente, uma vez que temos diferentes momentos de consciência. Esta crítica foca-se na ideia de cogito.
  • Deus tanto pode ser um ser existente ou não existente, uma vez que um ser perfeito não tem necessariamente que existir, nem nada obriga a que a existência seja uma perfeição.
  • Se Deus existe e nos dá o conhecimento certo, sem nos enganar, então como é possível que nós erremos, como erramos?
  • Não faz sentido usar Deus como fundamento para o conhecimento, uma vez que não temos provas.

Elementos e Modos de Conhecimento

  • Impressões: são as perceções que apresentam maior grau de força e vivacidade. Incluem as sensações, as emoções e as paixões.
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Conhecimento e Ciência: Perspectivas Históricas e Filosóficas

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Texto 1 – Inês Araújo

1. O que caracteriza as formas de conhecimento?

  • Senso Comum: Tem por base a experiência, é um tipo de conhecimento livre e não possui método formal.
  • Mitologia: Tem por base a crença, é derivada do senso comum, é um tipo de conhecimento transmitido pelos sacerdotes e também não possui método.
  • Filosofia: Tem por base a razão, derivado da mitologia, é uma especulação para a busca das causas e utiliza o método dedutivo.
  • Teologia: Tem por base a crença e a fé, é derivado da mitologia e da filosofia. O conhecimento se dá através da revelação divina e não possui método empírico.
  • Ciência: Tem por base a razão, é derivada do senso comum e da filosofia. O conhecimento é dado pela comprovação e o método
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Galileu, Descartes e a Evolução do Pensamento

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Galileu Galilei e a Revolução Científica

O Diálogo sobre os Dois Máximos Sistemas do Mundo encerra o período de 1610 a 1632, no qual Galileu Galilei realiza uma impressionante campanha a favor do copernicanismo e da liberdade de pensamento, que ultrapassa as fronteiras da ciência para dirigir-se ao público em geral, ao conjunto da cultura organizada de sua época. Por isso, o Diálogo é uma obra de combate, cujo objetivo indisfarçável é o de fazer rever o édito de 1616 da Inquisição romana que proibia o De Revolutionibus Orbium Coelestium de Copérnico.

Para alcançar essa meta, utilizou uma estratégia científica incisiva e precisa: provar o movimento da Terra por meio de uma explicação mecânica das marés. Galileu realiza... Continue a ler "Galileu, Descartes e a Evolução do Pensamento" »

Fenomenologia de Husserl: Tempo e Consciência

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Husserl: Fenomenologia da Consciência e do Tempo

Husserl concebeu uma filosofia do tempo centrada na descrição da forma como o experimentamos, como ele aparece à nossa consciência, num duplo movimento de retenção do passado e de tensão em direção ao futuro. As Lições para uma fenomenologia da consciência íntima do tempo enquadram-se no programa geral da filosofia husserliana. Desde as Investigações Lógicas, mas sobretudo a partir das Ideias para uma fenomenologia pura e uma filosofia fenomenológica, Husserl concebeu a ideia de uma disciplina, a fenomenologia, que teria como objetivo a criação de uma filosofia verdadeiramente científica – uma ciência de rigor que deveria substituir a antiga metafísica. A fenomenologia

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Teoria do Direito: Perguntas e Respostas — Kelsen, Reale, Mascaro

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1 — Sentido de "pureza" no normativismo kelseniano e papel da Grundnorm

Pergunta: Qual o sentido de "pureza" do normativismo kelseniano e qual o papel da Grundnorm?

Resposta: Kelsen afirma que o fundamento do ordenamento jurídico é definido como uma norma, a norma fundamental (Grundnorm), que não remete a nenhuma outra. Seu caráter é técnico-gnosiológico e sua existência é puramente lógica. A "pureza" é atributo da ciência que se pretende construir: a ciência do direito deve concentrar-se no direito positivo, sem pretender penetrar nas ambições de outras ciências. O objeto da ciência é o direito positivo; cabe a ela estudar esse objeto sem dispersões.

A Grundnorm tem o papel de pressupor uma cascata de relações recíprocas... Continue a ler "Teoria do Direito: Perguntas e Respostas — Kelsen, Reale, Mascaro" »

Estágios de Piaget: Operatório Concreto, Formal e Moral

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Objetivos de Aprendizagem

  • Demonstração do estágio operatório concreto;
  • Demonstração do estágio operatório formal;
  • Uma demonstração da heteronomia;
  • Demonstração da autonomia;
  • Identificar o segundo estágio de desenvolvimento de Kohlberg.

Estágio Operatório Concreto (7 a 11 anos)

  • Capacidade de “pensar antes de agir”.
  • O pensamento se torna menos impulsivo, mais flexível e organizado.
  • Porém, ainda depende do plano concreto para estruturar-se.
  • Relações de classificação, inclusão, seriação, comparação – conceituação no plano dos objetos.
  • Operações concretas (raciocínio indutivo): classes, relações, números – agrupamentos lógicos elementares.
  • Grupos aditivos e multiplicativos.
  • A criança já consegue trabalhar os conceitos
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Tipos de Conhecimento e Métodos Científicos

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Conhecimento Vulgar

Associado a um primeiro nível do conhecimento, está ligado à apreensão imediata, muitas vezes sensorial, da realidade. Faz parte das ferramentas fundamentais do saber viver, pois é a partir dele que orientamos a nossa vida, com poucas preocupações com o rigor.

É caracterizado como um saber superficial e espontâneo, pois resulta da necessidade de resolver problemas do quotidiano. É empírico, concreto e subjetivo, pois surge da experiência de cada ser humano situado num tempo e num espaço concretos. É assistemático, acrítico e dogmático (como verdade incontestável), pois não se fundamenta em nenhum estudo prévio, mas na acumulação de observações cujos resultados se repetem. É expresso numa linguagem... Continue a ler "Tipos de Conhecimento e Métodos Científicos" »

Fundamentos da Filosofia: Conhecimento, Realidade e Valores

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Racionalismo: Teoria que defende que o nosso conhecimento deriva da razão e que a razão é capaz de conhecer verdadeiramente as coisas; é a faculdade de raciocinar, compreender e ponderar.

Empirismo: É a teoria do conhecimento que defende estar na experiência a origem de todas as ideias.

Ontologia: ("Ciência do ser") É a parte da metafísica que trata da natureza, realidade e existência dos entes. A ontologia trata do ser enquanto ser.

Gnosiologia: Também chamada de teoria do conhecimento, é o ramo da filosofia que se ocupa do estudo do conhecimento. Ocupa-se da validade do conhecimento em função do sujeito cognoscente, ou seja, daquele que conhece o objeto.

Objetos Reais e Realidade

  • Realidade Física: Chamamos de objetos reais aqueles
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