Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Ética e Moral: Definições, Tipos e Contradições

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Ética

Dimensão que nos permite questionamentos sobre as práticas, atitudes, regras e ações humanas. É o modo de ser ou caráter.

Objetivo Fundamental da Ética

Promover modificações na moral, com aplicação universal, guiando e orientando, racionalmente, para o melhor modo de vida.

Intrínseca

Ocorre de dentro para fora.

Reflexão Filosófica sobre a Moral

Trata do agir humano e do seu juízo de valor sobre as coisas.

Universalista

É a busca de uma boa conduta em nível mundial, aplicável a todos.

Moral

Costumes, conjunto de normas e regras adquiridas por hábito. É o comportamento adquirido.

Extrínseca

Ocorre de fora para dentro.

Prático e Imediato

Regra de conduta prática que faz parte do cotidiano.

Restrito

Fenômeno social particular que... Continue a ler "Ética e Moral: Definições, Tipos e Contradições" »

Retórica, Argumentação e Teoria do Conhecimento

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Demonstração e Argumentação

Demonstração

  • Procura demonstrar a verdade de uma tese;
  • Permite uma única interpretação pela pobreza da linguagem formal;
  • Usa provas;
  • É independente da matéria ou conteúdo;
  • É impessoal ao nível da prova: a validade não depende em nada da opinião;
  • É isolada de todo o contexto;
  • É independente do orador e do auditório;
  • Objetividade.

Argumentação

  • Procura provocar a adesão do auditório a uma tese verosímil, plausível, preferível, provável;
  • Permite uma pluralidade de interpretações pela riqueza da linguagem natural;
  • Usa argumentos;
  • É dependente da matéria ou conteúdo;
  • É pessoal, pois dirige-se a indivíduos em relação aos quais se esforça por obter adesão;
  • É contextualizada;
  • É dependente do orador
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Experiência Estética e Teorias da Arte

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Experiência Estética

A experiência estética

- A obra de arte implica sempre uma interpretação por parte daquele que a vê ou a ouve, reclamando uma construção de sentido pelo espetador.

- Na base desta construção está a experiência estética – experiência do belo artístico.

- A experiência estética envolve uma vertente racional e outra mais sensível.

A experiência estética (Kant)

Kant afirma que o belo é aquilo que agrada universalmente sem conceito: o belo não está nas coisas; é subjetivo, depende do gosto individual do sujeito e, como tal, não existe uma regra que determine que um poema seja belo.

A experiência estética é desinteressada: Kant afirma que ela não procura satisfazer nenhuma necessidade prática. A experiência... Continue a ler "Experiência Estética e Teorias da Arte" »

Principais Falácias Argumentativas

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Falácias Argumentativas Comuns

Falácia dos Quatro Termos: Infração da regra de que o silogismo deve ter apenas três termos.

Falácia do Termo Médio Não Distribuído: Ocorre quando o termo médio não é tomado em toda a sua extensão pelo menos uma vez.

Falácia da Ilícita Maior: O termo maior é distribuído na conclusão, mas não nas premissas.

Falácia da Ilícita Menor: O termo menor é distribuído na conclusão, mas não nas premissas.

Falácia das Premissas Exclusivas: Tentar derivar uma conclusão de duas premissas negativas.

Falácia da Petição de Princípio: Assumir como premissa o que se pretende provar na conclusão.

Falácia do Falso Dilema: Reduzir as opções possíveis a apenas duas, ignorando alternativas.

Falácia Ad Hominem:... Continue a ler "Principais Falácias Argumentativas" »

Platão: Ideias, Alegoria da Caverna e Ethos

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Platão

Para Platão, o mundo concreto percebido pelos sentidos é uma pálida reprodução do mundo das Ideias. Cada objeto concreto que existe participa, junto com todos os outros objetos de sua categoria, de uma Ideia perfeita. Uma determinada caneta, por exemplo, terá determinados atributos (cor, formato, tamanho etc.). Outra caneta terá outros atributos, sendo ela também uma caneta, tanto quanto a outra. Aquilo que faz com que as duas sejam canetas é, para Platão, a Ideia de Caneta, perfeita, que esgota todas as possibilidades de ser caneta. A ontologia de Platão diz, então, que algo é na medida em que participa da Ideia desse objeto. No caso da caneta é irrelevante, mas o foco de Platão são coisas como o ser humano, o bem ou... Continue a ler "Platão: Ideias, Alegoria da Caverna e Ethos" »

A Evolução da Retórica: De Aristóteles à Nova Retórica

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O Papel de Aristóteles na Retórica

Aristóteles consegue ultrapassar a polémica gerada entre a sofística e o pensamento socrático-platónico. Pode fazer-se um bom ou mau uso da retórica; não é ela que é moral ou imoral, mas quem a utiliza.

A retórica é a técnica de argumentação do verosímil, daquilo que pode colocar-se como discutível no seio dos debates públicos.

A retórica de Aristóteles apresenta-se como uma retórica do raciocínio, por oposição a uma retórica das paixões.

A retórica não é meramente uma arte de persuasão, mas antes uma faculdade de descobrir especulativamente o que, caso a caso, pode servir para persuadir.

O Declínio e a Posterior Reabilitação da Retórica

A partir do termo da Antiguidade Clássica,... Continue a ler "A Evolução da Retórica: De Aristóteles à Nova Retórica" »

O Problema do Livre-Arbítrio: Teorias e Debates

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O Problema do Livre-Arbítrio

O problema do livre-arbítrio é uma das questões filosóficas mais difíceis e debatidas.

A nossa crença na liberdade da vontade e na moralidade parece entrar em conflito com um facto científico bastante razoável conhecido como determinismo.

A experiência subjetiva da liberdade de escolha é uma condição essencial de toda e qualquer ação intencional e da ideia que temos de nós mesmos enquanto agentes. Mas será o ser humano efetivamente livre? Teremos, de facto, controlo sobre as nossas ações? As respostas a estas questões nascem do acesso debate que opõe, desde a Antiguidade, deterministas e defensores do livre-arbítrio.

Para libertistas e deterministas moderados, o ser humano é livre e tem controlo... Continue a ler "O Problema do Livre-Arbítrio: Teorias e Debates" »

Explorando o Conhecimento: Perspetivas Filosóficas e Distinções

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O Empirismo de David Hume

O empirismo considera como fonte de todas as nossas representações os dados fornecidos pelos sentidos. Assim, todo o conhecimento é «a posteriori», isto é, provém da experiência e a ela se reduz. Segundo os empiristas, inclusivamente as noções matemáticas seriam cópias mentais estilizadas das figuras e objectos que se apresentam à percepção. Hume é um filósofo cuja teoria assenta num conceito-chave: o hábito.

É através deste conceito que Hume se assume como um empirista, no sentido de que a perceção repetida e habitual de uma determinada impressão ou facto nos leva a elaborar ideias sobre os fenómenos naturais, através de generalizações indutivas.

O Racionalismo Crítico de Immanuel Kant

A teoria... Continue a ler "Explorando o Conhecimento: Perspetivas Filosóficas e Distinções" »

Utilitarismo, Kant, Aristóteles e Contrato Social

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Utilitarismo (S.M.)

S.M. – o valor moral da ação reside nas consequências (a obrigação moral do agente está em prever ou avaliar as consequências e realizar a ação com as melhores consequências).

Boas consequências / boas ações: ação que maximiza a felicidade — produz a maior felicidade para o maior número de pessoas (princípio da moral utilitarista = princípio da utilidade ou princípio da maior felicidade: age de forma que a tua ação traga a maior felicidade para o maior número de pessoas).

Para S.M., a felicidade do agente não conta mais do que a dos outros; o agente deve preocupar‑se com a felicidade comum (para o maior número de pessoas). S.M. considera o egoísmo ético imoral. O agente pode procurar a maior... Continue a ler "Utilitarismo, Kant, Aristóteles e Contrato Social" »

Casos Difíceis e Discricionariedade Judicial

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Casos Difíceis e a Discricionariedade Judicial: Hart e Dworkin

Introdução

Um caso pode ser considerado difícil quando existe incerteza, estabelecida pela existência de diversas normas que conferem decisões diferentes e pela possibilidade de contradição dessas normas. Por outro lado, um caso é fácil quando basta a adoção da regra para a resolução do caso concreto. Assim, como tomar uma decisão judicial nos casos difíceis? Esse é o tema proposto e será respondido com as ideias de Hart e Dworkin, dois dos mais representativos juristas do Direito contemporâneo.

A Teoria dos Casos Difíceis e a Discricionariedade Judicial em Hart

Crítico de Kelsen, Hart procurou elaborar um conceito de Direito partindo da filosofia analítica. Mais... Continue a ler "Casos Difíceis e Discricionariedade Judicial" »