Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Hume: Empirismo, Percepções e Ceticismo Moderado

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Hume: Empirismo e a Origem do Conhecimento

Hume é um empirista, pois acredita que o conhecimento se baseia na experiência e se traduz em percepções. Assim, nada está na razão que não tenha estado previamente nos sentidos. Ele considera que a nossa mente, ao nascermos, é como uma "tábua rasa".

Para se referir aos conteúdos da nossa mente, Hume fala de percepções, que se dividem em:

  • Impressões: Imagens ou sentimentos que derivam imediatamente da realidade.
  • Ideias: Cópias frágeis das impressões.

Tipos de Conhecimento para Hume

Para Hume, existem dois tipos de conhecimento:

  1. Relações de Ideias: Conhecimento *a priori*, onde as verdades são necessárias e negá-las é contraditório. Contudo, este conhecimento não nos dá nenhuma informação
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Fundamentos da Pesquisa, Conhecimento e Documentação

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Projeto de Pesquisa

Descrição: Um empreendimento a ser realizado que busca respostas para problemas que necessitam de solução a curto ou a longo prazo (ABNT, 2011; SILVEIRA, 2010).

Objetivos do Projeto de Pesquisa

  • Saber diferenciar os paradigmas da investigação.
  • Enumerar e caracterizar os tipos de investigação quantitativa.
  • Enumerar e caracterizar os tipos de investigação qualitativa.
  • Enunciar e definir os métodos de investigação.

O Que É Conhecimento?

Conhecimento é o processo que ocorre quando um sujeito (o sujeito que conhece) apreende um objeto (o objeto do conhecimento).

Tipos de Conhecimento

Conhecimento Empírico (Senso Comum)

Transmitido de geração para geração por meio da educação informal e baseado em imitação e experiência

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A Relação entre o Direito e a Economia

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A relação entre o Direito e a Economia, enquanto fenómenos da vida social e disciplinas do núcleo central das ciências sociais que se dedicam ao seu estudo, é denominada Direito Económico ou Direito da Economia. Ambos são subsistemas do sistema social, atuando na existência de relações dominantes jurídicas ou económicas, que correspondem a funções distintas da sociedade. O Direito tem a função de regulação social intersubjetiva, enquanto a Economia foca-se na afetação de bens escassos para as necessidades humanas.

Existe uma conexão estrutural e funcional entre ambos, baseada numa relação de reciprocidade e interdependência. Não podem ser considerados isoladamente, devendo ser integrados através da unidade histórico-... Continue a ler "A Relação entre o Direito e a Economia" »

Karl Popper: Demarcação, Falsificacionismo e Progresso Científico

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Karl Popper: O Problema da Demarcação

Para Karl Popper, o problema central da filosofia da ciência reduz-se ao que ele designa por problema da demarcação: O que permite distinguir as teorias científicas das não científicas?

  • Tese Central do Positivismo Lógico: Um enunciado é científico se, e somente se, for verificável.
  • Tese Central de Popper: Um enunciado é científico se, e somente se, for falsificável.

Para os positivistas, uma hipótese é científica se puder ser verificada empiricamente, através do método indutivo-experimental. O conhecimento factual, estabelecido através da observação, incrementa o poder de predição e distingue a ciência da não ciência.

Popper foi cético relativamente ao poder preditivo da indução... Continue a ler "Karl Popper: Demarcação, Falsificacionismo e Progresso Científico" »

Semiótica de Charles Peirce: Categorias, Signos e Interpretantes

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Forças Brutas

Pragma

É o que existe, mas não necessariamente é material. Exemplo: Sonho, pensamento. Localizado no tempo e no espaço.

Mente

Inteligência.

Signo, Objeto e Interpretante

Signo

Ideia que já existe na mente.

Interpretante

Segundo signo criado, semelhante ou mais desenvolvido ao que já existe na mente.

Objeto

Coisa representada.

Categorias e Tipos de Signos

  • Primeiridade:

    Quali-signo; Ícone; Rema.
  • Secundidade:

    Sin-signo; Índice; Dicente.
  • Terceiridade:

    Legi-signo; Símbolo; Argumento.

Representamen (Signo em Si)

  • Quali-signo:

    Qualidade ou adjetivos. Qualidades são gerais, não pertencem a um único objeto, não são absolutas e podem ser corporificadas em qualquer objeto. Exemplo: Brilho.
  • Sin-signo:

    Singular. Tem relação estreita com o objeto,
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Teorias da Comunicação: Estruturalismo e Marshall McLuhan

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Escola Sociológica Europeia: O Método Estruturalista

A Escola Sociológica Europeia, com foco no método estruturalista, teve seu início nos anos 50, mas ganhou maior relevância na década de 60, na França. É importante notar que nem todos os seus teóricos eram franceses; alguns, por exemplo, vieram da Argentina.

Esses teóricos utilizam o método estruturalista, cuja ideia central é compreender as partes que formam um todo, ou seja, o sistema. Diferentemente do positivismo e do marxismo, que abordam a totalidade da sociedade da comunicação, o estruturalismo foca em elementos específicos.

O estruturalismo, por sua vez, trabalha com a Semiologia, uma ciência proposta no início do século XX para estudar todos os signos. Seu objetivo... Continue a ler "Teorias da Comunicação: Estruturalismo e Marshall McLuhan" »

Paradigmas científicos e visão keynesiana da economia

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Thomas Kuhn (1979): Paradigma científico de ciência normal

Thomas Kuhn, 1979 - Paradigma científico de ciência normal.
  • Paradigma — mesma visão de mundo, os mesmos métodos e técnicas de pesquisa e os mesmos problemas científicos. Busca de cooperação para expandir o paradigma.
  • Praticam então uma ciência normal, circunscrita aos limites do paradigma. A pesquisa então é vista como busca de solução para quebra-cabeças.

Imre Lakatos (1975): Metodologia de programa de pesquisa

Imre Lakatos, 1975.
  • Metodologia de um programa de pesquisa.
  • Consistência interna — modelo.
  • Cinturão de proteção — área flexível capaz de suportar mudanças.

Método Keynesiano: visão racionalista e prática

Método Keynesiano — visão racionalista da realidade
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Ética, Moral e Direito: Uma Análise Filosófica

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Ética

É a reflexão sobre as normas, analisando-as, questionando-as, explicando-as e pondo-as em causa. Para Aristóteles, é o reflexo sobre a experiência e a conduta humana sobre temas como o reto/não reto, justiça e injustiça...

Moral

É um conjunto de regras/normas que a maioria dos indivíduos de uma determinada comunidade aceitam como correto ou adequado, sem refletirem sobre o seu significado ou necessidade, ou seja, como um hábito.

Deontologia

O termo significa dever ou “Deontós” de obrigação, isto é, o que se deve fazer, e “Logos” que significa discurso ou tratado. Assim, surge deontologia que representa um conjunto de deveres, princípios e normas adotadas por um determinado grupo profissional. A deontologia estabelece... Continue a ler "Ética, Moral e Direito: Uma Análise Filosófica" »

A Arte e a Estética: Debates e Questões Fundamentais

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Ausência de Critério Consensual na Legitimação Artística

Romantismo, movimento de defesa de uma espontaneidade criadora, imaginativa e voltada para a realização estética do homem.

Uma Teoria do Belo

Juntamente com a razão, a imaginação e a sensibilidade são fatores indispensáveis para a nossa apreensão do mundo e das coisas.

Estabelecer uma relação de independência frente à conjuntura política imediata.

Veicular imagens de caráter ideológico manipuladoras do desejo.

Considerando que tanto o gosto do artista quanto os gostos do público são individuais e incomparáveis e que, portanto, “gosto não se discute”, a Estética como disciplina da filosofia está destinada ao fracasso, pois não é possível dar universalidade ao... Continue a ler "A Arte e a Estética: Debates e Questões Fundamentais" »

Fundamentos da Argumentação e Retórica Jurídica

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O argumento é um elemento linguístico porque se exterioriza por meio da linguagem. É, por isso, um elemento que aparece inserto em um processo comunicativo, que deve ser o mais eficiente possível.

Argumentar ou raciocinar é uma atividade que consiste em apresentar razões a favor ou contra uma determinada tese que se trata de sustentar ou refutar.

A argumentação processa-se por meio de discurso, ou seja, por palavras que se encadeiam, formando um todo coeso e cheio de sentido, que produz efeito racional no ouvinte. Quanto mais coeso e coerente for o discurso, maior será sua capacidade de adesão à mente do ouvinte, porquanto este o absorverá com facilidade, deixando transparecer menores lacunas.

  • A argumentação dirige-se a um auditório.
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