Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Contexto Histórico e Filosófico de René Descartes

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Contexto Histórico

René Descartes (1596-1650) foi um filósofo do século XVII. O contexto histórico em que foi escrito o Discurso do Método é a chamada "Idade de Ouro" francesa. Politicamente, a França estava organizada como uma monarquia absoluta, que atingiria o auge no reinado de Luís XIV e na identificação entre o monarca e o Estado.

O século XVII foi também um período de crise na Europa: a consolidação dos Estados modernos, os desejos de imperialismo e a luta pela hegemonia entre França, Espanha, Holanda e Inglaterra causaram grandes confrontos. Boa parte da vida de Descartes coincidiu com a Guerra dos Trinta Anos entre Estados católicos e protestantes do Império Alemão. O segundo capítulo do Discurso do Método foi escrito... Continue a ler "Contexto Histórico e Filosófico de René Descartes" »

A Crítica de Nietzsche à Tradição Filosófica Ocidental

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TEMA 2: Críticas de Nietzsche aos Filósofos

A crítica de Nietzsche à tradição filosófica ocidental divide-se em três eixos:

  • 1. À metafísica tradicional (ontologia e epistemologia).
  • 2. À moral.
  • 3. Às ciências positivas.

a) A multiplicidade e a mudança: a crítica da ontologia tradicional

Nietzsche enfrenta a tradição filosófica ocidental, acusando-a de falsificar a realidade e mentir sobre o ser das coisas. Na verdade:

  • Para Nietzsche, a realidade é multiplicidade, mudança, diversidade e movimento, metaforicamente chamada de "vida". A tradição filosófica, pelo contrário, defende o contraste entre o mundo real (ser, unidade e permanência) e o mundo aparente (falso, ilusório, do devir e da multiplicidade).
  • Segundo Nietzsche, o
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Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade

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Declaração dos Direitos da Mãe Terra: Futuro e Bem Comum

Miguel D'Escoto e Leonardo Boff

Preâmbulo

CONSIDERANDO que a Terra e a Humanidade são parte de um vasto universo em evolução e que têm o mesmo destino, ameaçadas de destruição pela irresponsabilidade e descaso dos seres humanos; e que a Terra e a Humanidade são uma entidade única, complexa e sagrada, como fica claro quando vistas do espaço exterior; e, além disso, que a Terra está viva e se comporta como um sistema autorregulador único, composto de componentes físicos, químicos, biológicos e humanos que são propícios para a produção e reprodução da vida, e que esta é a nossa Grande Mãe e nossa Casa Comum.

CONSIDERANDO que a Mãe Terra é composta por todos os ecossistemas... Continue a ler "Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade" »

A natureza possui varios sentidos no pensamento ocidental explique cada um

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LOCKE

CONTEXTO

-Locke é o filósofo que estabeleceu as bases do empirismo.

"No século XVII, a Inglaterra vive uma transformação política, pois é onde a política moderna primeira revolução depois da união da burguesia e da nobreza contra o absolutismo da dinastia Stuart. Foi uma revolução liberal que conduziu a uma monarquia parlamentar na qual o rei, juntamente com a Assembleia e da Câmará dos Lordes aprovou diversas medidas.

Caundo Locke nasceu na Inglaterra, Escócia e Irlanda, Charles I, reinou As relações entre o monarca e eram estáveis ​​e pacíficas montagens baseadas em consenso. Mas havia problemas decorrentes da recusa de parlamentar pára pagar mais impostos pára cobrir os custos da guerra. Também tinha um

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Racionalismo e Empirismo: Teorias do Conhecimento

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As correntes filosóficas do Racionalismo e do Empirismo representam duas abordagens fundamentais sobre a origem e a natureza do conhecimento. Ambas exploram o papel da razão e da experiência sensorial na nossa compreensão da realidade.

Racionalismo

O Racionalismo é a corrente filosófica que defende que a razão é a principal fonte e critério de validação do conhecimento. Os racionalistas acreditam que certas verdades podem ser conhecidas a priori, ou seja, independentemente da experiência sensorial.

Racionalismo Radical

O Racionalismo Radical defende que apenas o conhecimento derivado da razão é válido. Os seus proponentes rejeitam totalmente o conhecimento sensível, pois acreditam que os sentidos nos enganam, mostrando-nos apenas... Continue a ler "Racionalismo e Empirismo: Teorias do Conhecimento" »

René Descartes: Dúvida, Cogito e as Três Substâncias

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A Dúvida Metódica e o Princípio do Cogito

Este excerto de O Discurso do Método, obra fundamental do racionalista francês René Descartes, aborda a dúvida como um mecanismo que o autor decide usar para analisar, a partir do zero, todo o conhecimento que até então era tido como verdadeiro, verificando se algum deles ainda continua válido.

Em segundo lugar, o autor reconhece que os seres humanos podem ser propensos a erros de raciocínio e, portanto, a duvidar de todos os argumentos e demonstrações.

Além disso, através da dúvida, o autor alcança a primeira verdade absoluta e inquestionável, estabelecendo o alicerce firme de sua nova filosofia: “Penso, logo existo” (*Cogito*). A partir desta afirmação, Descartes conclui que,... Continue a ler "René Descartes: Dúvida, Cogito e as Três Substâncias" »

Nietzsche: Crítica à Moral, Metafísica e o Vitalismo

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1. Introdução: O Apolíneo e o Dionisíaco

Nietzsche analisa a cultura ocidental e sua decadência, pois esta segue o caminho dos ideais estabelecidos por Sócrates e Platão: uma cultura racional e dogmática que desvaloriza os instintos e visa a racionalidade ocidental. A primeira obra de Nietzsche, O Nascimento da Tragédia, inspirada pelo trabalho dedicado de Schopenhauer e Wagner, narra o embate entre os dois elementos do espírito grego: o Dionisíaco (representado pelo deus Dionísio) e o Apolíneo (representado pelo deus Apolo).

A configuração dessa diferença seria a seguinte: na tragédia grega, Nietzsche pensa o coro dionisíaco como fundamental, pois permite que os homens escapem de sua individualidade para se fundirem com outros... Continue a ler "Nietzsche: Crítica à Moral, Metafísica e o Vitalismo" »

Utilitarismo: Um Guia Completo

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Capítulo II: Utilitarismo

Introdução

Definição de Utilitarismo: O utilitarismo é uma teoria moral que defende a busca da felicidade e a minimização da dor e do sofrimento como fundamentos da ação moral. O prazer e a dor não são fins em si mesmos, mas indicadores do que é bom ou ruim.

Sinopse da Teoria Utilitarista

Mill:

  1. O utilitarismo não se opõe ao prazer (beleza, decoração, diversão...).
  2. O utilitarismo não se resume ao prazer (também inclui a liberação da dor...).

Fundamentos Morais:

  • Prazer e dor não são fins últimos da ação moral.

Contribuição de Mill: Diferentes qualidades de prazer. Os seres humanos preferem os prazeres mais elevados (consenso entre aqueles que conhecem todos os prazeres).

Razão para a Escolha: Mill... Continue a ler "Utilitarismo: Um Guia Completo" »

Grandes Pensadores: Ética, Liberdade e Sociedade

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Aristóteles e a Ética na Grécia Antiga

Aristóteles viveu na Grécia Antiga, nascendo em 384 a.C. Ele refletiu sobre o papel dos cidadãos na sociedade, destacando a educação como um aspecto fundamental. O indivíduo deve desenvolver o seu melhor potencial, exercendo o cuidado em todos os momentos. Cidadãos educados dessa maneira são um benefício para a cidade. Para ser feliz, a pessoa deve buscar o bem, não se limitando apenas a pensar, mas praticando ações equilibradas para evitar tanto o excesso quanto a deficiência, alcançando o ponto médio.

Santo Agostinho: Fé e a Busca por Deus

Agostinho, bispo de Hipona durante os últimos tempos do Império Romano, refletiu sobre a fé. Considerava que a mais alta aspiração do ser humano... Continue a ler "Grandes Pensadores: Ética, Liberdade e Sociedade" »

A Evolução da Ética: De Homero a Aristóteles

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Máximas Éticas: A Evolução do Pensamento Grego

Máximas éticas: A origem da ética ocidental encontra-se nos Poemas de Homero, datados do século VIII a.C. A moral da cultura ocidental está refletida nesses versos, nos quais o valor de uma pessoa boa é atribuído àquele que é forte e corajoso. O herói não teme o que deseja realizar; ele busca a excelência (aretê) e ser o melhor (como Odisseu e Heitor).

A partir do século V a.C., em Atenas, a democracia altera as mentalidades sobre o que é considerado uma "pessoa de bem". O novo ideal valoriza o cidadão tolerante, bom ouvinte, que se comunica, negocia e sabe contrastar argumentos. Esta é a chamada nova moralidade.

A Diferença entre os Sofistas e Sócrates

  • Sofistas: Eram professores
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