Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de História de Universidade

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Revolução Agrícola e Inovações Técnicas na Indústria Britânica

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O Sistema de Norfolk, onde o pousio foi eliminado pela introdução de forrageiras adequadas e a rotação de culturas, levou ao aumento da criação de gado (alimentado com forrageiras). Juntamente com o aperfeiçoamento de ferramentas agrícolas (ainda não mecanizadas), este sistema permitiu um aumento tanto dos retornos da terra quanto da sua produção. (Popularizado por Lord Townshend, o "Senhor Nabo").

A Revolução Agrícola Britânica

Em meados do século XVIII, a Inglaterra possuía a agricultura mais produtiva da Europa. Suas estruturas foram submetidas a uma série de mudanças favorecidas por diversas circunstâncias:

  • Alterações na estrutura da propriedade da terra: O "campo aberto" (open fields) foi substituído pelos "cercamentos"
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Ordenações Afonsinas e Manuelinas: História do Direito Português

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O Contexto Histórico das Ordenações Portuguesas

Estamos por volta de 1050 d.C. Muitos anos depois, já próximo da descoberta do Brasil, a Corte Portuguesa resolveu compilar um Código, que se chamou Ordenações do Reino de Portugal, conhecidas como Ordenações Afonsinas. A data exata dessas Ordenações não é totalmente conhecida. Elas estão integralmente disponíveis para pesquisa online. As cinco Ordenações (Afonsinas, Manuelinas, Filipinas, etc.) são divididas em cinco Livros cada uma e cobrem toda a Legislação do país.

A Organização Estatal e o Conceito de Estado-Polícia

Contudo, é crucial notar que a organização estatal da época ainda não era juridicamente estruturada. O governo não estava juridicamente organizado,... Continue a ler "Ordenações Afonsinas e Manuelinas: História do Direito Português" »

Formas de Governo e Organização do Estado: Análise Clássica

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Organização do Estado e Descentralização

A discussão sobre a organização do Estado, com exemplos regionais como Itália, França e Espanha, propõe uma nova forma de Estado que busca solucionar os problemas da unidade estatal. Um dos desafios centrais é a burocracia excessiva ou a tendência de todas as questões serem determinadas e tratadas a partir do centro nacional de decisão política. Isso historicamente fortaleceu os organismos governamentais e a administração do Estado, em detrimento de órgãos mais fracos instalados perifericamente. Na prática, essa centralização leva a desigualdades, com uma capital de estado geralmente desenvolvida e o restante das regiões empobrecidas.

Formas de Governo

Antes de apresentar uma taxonomia... Continue a ler "Formas de Governo e Organização do Estado: Análise Clássica" »

A Revolução Francesa: História, Fases e Legado

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A Revolução Francesa

A Revolução Francesa de 1789 foi o fenômeno mais importante e de maior significância no século XVIII na Europa. Envolveu a remoção do Antigo Regime, onde a monarquia absoluta foi substituída pelo Parlamento ou pela República, marcando a ascensão da burguesia. O movimento eliminou os privilégios da nobreza e do clero, e os camponeses foram libertados da servidão.

Causas da Revolução

Podemos distinguir quatro causas principais:

  • Ideológica: Marcada pelas ideias do Iluminismo, que atacavam o sistema tradicional e o Antigo Regime, visando a modernização e a felicidade do homem acima de qualquer princípio. Para Voltaire, a Igreja cerceava a liberdade do indivíduo, sendo antirrevolucionária. Montesquieu era contra
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O Federalista e a Origem da Democracia Representativa

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Introdução

O Federalista é uma obra criada a partir de textos publicados na imprensa de Nova York em 1788, por três autores: Alexander Hamilton, James Madison e John Jay. A obra conta com 51 artigos de autoria de Hamilton, 29 de Madison e 5 de Jay, tendo como objetivo contribuir para a ratificação da Constituição americana.

A democracia representativa, como a conhecemos hoje, surgiu há mais de duzentos anos, simultaneamente à ratificação da Constituição norte-americana, "cujo sucesso só foi possível em decorrência da capacidade dos federalistas de fazerem uso da retórica e do discurso revolucionário popular para divulgar as suas ideias".

Desenvolvimento

Os fundamentos do pensamento dos federalistas constituíam-se em:

  • Soberania;
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H2: Origens e Evolução das Universidades Medievais

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Origens e Evolução das Universidades Medievais

O primeiro centro de ensino surgiu no leste, e essas escolas da catedral possuíam o mesmo perfil das antigas escolas do século XI, sendo semelhantes aos centros de estudo europeus. Pessoas vinham a essas escolas ao ouvir as notícias trazidas por imigrantes do leste, que traziam grandes grupos de estudantes dispostos a trabalhar para sobreviver e ensinar as pessoas a ler e escrever.

Nesses locais, começaram a discutir temas como novas verdades e interpretações da fé, entre outros. Eles também começaram a criar suas próprias corporações, que mais tarde se fortaleceriam e conquistariam direitos.

Os abrigos que a igreja oferecia a esses alunos, permitindo-lhes sobreviver, concediam certas

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A Evolução da Polícia na Antiguidade e na Espanha

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1. O Papel da Polícia na Antiguidade

Em tempos antigos, o papel da polícia pode ser observado desde as funções no Egito Antigo, que consistiam em prevenir e punir crimes, até a China e o Império Inca, onde atuavam mais como espionagem para controlar a cidadania. Na Grécia Antiga, a principal missão era proteger o governador e os tesouros da cidade. As funções evoluíram para um modelo mais "policial". Na Antiga Roma, havia uma aplicação eficaz da lei, com funções mais estruturadas. O ponto decisivo ocorreu na queda do Império Romano, que levou a um sistema feudal, onde se prestava homenagem a um homem em troca de proteção. Nos séculos XIV e XV, motivados pelo desenvolvimento da economia, o Estado feudal entrou em crise e deu... Continue a ler "A Evolução da Polícia na Antiguidade e na Espanha" »

As Cortes de Castela: Poder e Limitações na Idade Média

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Tal abordagem foi resolvida em três posições principais:

1) A primeira e mais longa foi a de Marina Martinez, para quem as Cortes de Castela e Leão, ao legislar conjuntamente com o monarca, controlavam o poder e de algum modo chegaram a encarnar uma espécie de soberania na Idade Média.

2) Do ponto de vista oposto, XIX Colmeiro afirmou que essas reuniões não passaram de um órgão consultivo modesto, interpretação renovada e construída hoje por José Manuel Pérez-Prendes.

3) Entre os dois, desenvolveu-se ao longo dos anos também uma posição eclética ou intermediária, que, rejeitando os excessos de Martinez Marina, atribuiu às Cortes de Castela um papel maior do que a mera prestação de serviços de consultoria ou o fato de serem... Continue a ler "As Cortes de Castela: Poder e Limitações na Idade Média" »

Cortes de Castela e Aragão: Poder, Composição e Função

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A partilha do poder legislativo. Também, o facto de os monarcas serem juízes e não o Conselho, significa que a justiça já não constitui uma função específica do poder real. Relativamente a este último ponto, a tese de Prendergast Pérez acrescentou que, quer as circunstâncias fossem meramente circunstanciais ou políticas, o Tribunal limitou o poder do rei, o que provaria que legalmente ele não tinha essa autoridade.

O argumento deste autor brilhante levou as coisas longe demais. Entre as suas teses e outras tendências doutrinárias, ainda há espaço para uma interpretação intermédia. As Cortes de Castela eram mais do que o primeiro e menos do que o último, um conjunto cuja justificação era frequentemente legitimar as decisões... Continue a ler "Cortes de Castela e Aragão: Poder, Composição e Função" »

Estrutura e Funcionamento das Cortes Históricas Ibéricas

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Após a abertura e antes do início da sessão, tem lugar a verificação de poderes dos representantes do Reino (Ministério Público). Em 1475, tratou-se da necessidade de o secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros e outros, talvez pertencentes ao Conselho Real, verificarem os poderes. No século XVI, era um presidente dos tribunais, que não o monarca, quem, juntamente com o secretário da reunião, verificava os poderes, uma tarefa que posteriormente coube ao Conselho de Magos, chamado Cortes. A mesma função foi assumida em Aragão por algumas pessoas designadas para o efeito.

C) Desenvolvimento e Conclusão das Sessões: Adoção de Resoluções

Concluídos estes atos preliminares, começa a discussão, focada nas demandas... Continue a ler "Estrutura e Funcionamento das Cortes Históricas Ibéricas" »