Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Língua e literatura

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Guia Essencial de Áudio para Cinema

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Conceitos Fundamentais de Áudio

  • Imersão: Sensação de estar dentro do espaço narrativo.
  • Interação: Relações entre personagens e entre espectador e obra.
  • Conceituação: Transmissão de ideias e conceitos.

O que Observar na Locação

  • Ruídos
  • Rota de Avião
  • Condições Acústicas do Local
  • Hora do Dia

Equipamentos para Captação de Som

  • Microfone
  • Cabos
  • Gravador
  • Pilha
  • Bateria
  • Fone de Ouvido
  • Vara de Boom
  • Lapela

Funções do Áudio no Audiovisual

  • Ponte: Exemplo, vinhetas de sitcom com contrabaixo.
  • Aspecto Lúdico: Adiciona um tom divertido.
  • Ampliação: Cria sons que não necessariamente precisam estar presentes na cena.

Tipos de Som

  • Som Diegético: O som existe no mundo exibido.
  • Som Não Diegético: O som não existe no mundo exibido, adiciona dramaticidade ou
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A Pluralidade da Língua Portuguesa em Marcos Bagno

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A obra caracteriza-se pela tipologia narrativo-descritiva e pelo constante diálogo entre as personagens.
Não se faz necessário que o leitor tenha um vasto conhecimento acerca da sintaxe ou de outra área da língua portuguesa, já que Bagno discute a língua a partir do seu caráter histórico.
Bagno discute a pluralidade da língua portuguesa falada no Brasil, abordando como tema principal o uso da variedade não-padrão (PNP). O pesquisador, em seu livro, preocupa-se em explicar várias ocorrências tidas como "erradas", quebrando o preconceito de que o brasileiro não sabe falar português.
Para isso, o professor Bagno conta a história de três estudantes universitárias dos cursos de Letras, Pedagogia e Psicologia que, ao sair de férias,
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Os Maias: Resumo dos Capítulos VI, X e XVIII

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Capítulo VI: Jantar no Hotel Central

Carlos e Craft encontram-se na entrada do Hotel Central, antes do jantar, quando veem chegar uma mulher deslumbrante (Maria Eduarda). Subiram até um gabinete onde Carlos foi apresentado a Dâmaso. Este conhecia aquela mulher que, alegadamente, pertencia à família Castro Gomes. Pouco depois aparece "o nosso poeta" Tomás de Alencar, que é apresentado a Carlos por intermédio de Ega. Passado um bocado, a porta abre-se e Cohen, desculpando-se pelo atraso, é apresentado por Ega a Carlos. Durante o jantar, fala-se sobre o Realismo. Alencar suplicou que não se discutisse "literatura latrinária". Carlos posiciona-se na conversa contra o Realismo e Ega reage às críticas, defendendo arduamente os princípios

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Criminologia Positivista: De Lombroso à Mulher Delinquente

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O pensamento criminológico ergue-se sobre os alicerces da antropologia criminal construída por Lombroso e a sociologia criminal de Enrico Ferri. Trata-se de uma tentativa de conferir à disciplina o estatuto de ciência segundo os pressupostos epistemológicos do positivismo e ao fenômeno, mais amplo, de cientificização do controle social na Europa de finais do século XIX (ANDRADE, 1995, p. 24).

Sob este viés, compreende-se a criminologia como uma ciência causal-explicativa. E a criminalidade como um fenômeno natural, causalmente determinado. O que se busca explicar são as causas da criminalidade, visando encontrar os remédios para combatê-la.

Para a criminologia positivista, a criminalidade é uma realidade ontológica, pré-constituída... Continue a ler "Criminologia Positivista: De Lombroso à Mulher Delinquente" »

Traduzindo "The Rival" de Sylvia Plath: Desafios

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Minha prioridade na tradução do poema "The Rival", de Sylvia Plath, foi manter o seu tom irônico e melancólico. Para tanto, optei por fazer adaptações, o que, irremediavelmente, ocasionou perdas em comparação ao texto original.

No contexto vocabular, fiz alterações no 3º verso da 2ª estrofe do poema, no trecho: "Ticking your fingers on the marble table". A fim de expressar com maior ênfase o sentimento de ansiedade, optei por traduzir a frase como: "Batendo as unhas sobre o mármore". Ademais, ainda em relação a esse trecho, omiti a palavra "table" para atribuir à tradução o tom desejado, uma vez que o mármore estabelece relação com o mausoléu, no qual, anteriormente, a autora menciona despertar.

Assim como no poema original,... Continue a ler "Traduzindo "The Rival" de Sylvia Plath: Desafios" »

Miguel Hernández: Vida, Obra e a Poesia do Século XX

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Miguel Hernández: Tradição e Modernidade

5. Tradição e modernidade na poesia de Miguel Hernández

O início do poeta como escritor corresponde aos de um aprendiz; um poeta que, como descrito por Dámaso Alonso, tornou-se um grande seguidor dos grandes autores clássicos, até que veio a descobrir sua própria voz poética. Em seu caminho como poeta, podem-se distinguir as seguintes fases:

5.1. O poeta aprendiz (1910-1931)

Miguel Hernández nasceu em 30 de outubro de 1910 na província de Alicante, em Orihuela. Seu pai, um homem duro e insensível, permitiu que ele assistisse à escola apenas até 1924. Em março daquele ano, ele foi colocado como dependente de uma loja de tecidos e, na facilidade de gravação, dedicou-se a cuidar do gado... Continue a ler "Miguel Hernández: Vida, Obra e a Poesia do Século XX" »

Análise do Sermão de Santo António aos Peixes

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Todo o sermão é uma alegoria, na qual os peixes representam a personificação dos homens.

Louvores em Geral

  • Obediência: Ouvem e não falam.
  • Primazia: Foram os primeiros animais a serem criados.
  • Grandeza: São os mais numerosos e os mais volumosos.

Peixes e seus Significados Simbólicos

  • Peixe de Tobias: Cura a cegueira e expulsa os demónios.
  • Rémora: Peixe pequeno, mas com muita força; representa a soberba.
  • Torpedo: Peixe que utiliza descargas elétricas para se defender; representa a vingança.
  • Quatro Olhos: Vê para cima e para baixo; representa a capacidade de distinguir o bem do mal (céu e inferno).
  • Roncadores: Embora pequenos, roncam muito; simbolizam a arrogância e a soberba.
  • Pegadores: Sendo pequenos, prendem-se aos maiores; simbolizam o
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Análise Literária: O Despertar da Alma Portuguesa

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Análise da primeira estrofe

A expressão «a noite veio» implica a existência prévia do dia e a passagem deste para a noite. Se o dia foi o tempo de grandeza, a noite será o tempo de abatimento, tristeza e destruição. No passado situam-se a tormenta («tanta foi a tormenta») e o sonho («a vontade!»). A frase exclamativa presente no segundo verso confere ao discurso grande emotividade.

As dificuldades foram muitas, mas a atitude assumida pelo povo «nós» (sujeito poético mais o povo português) foi de vontade para as ultrapassar. O desalento é o sentimento assumido pelo sujeito poético e que deve ser também assumido pelos outros. Resta o silêncio e a saudade após a conquista do mar. Estamos, portanto, diante de um Portugal marcado... Continue a ler "Análise Literária: O Despertar da Alma Portuguesa" »

Guia Prático de Gramática e Análise Linguística

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Relações Semânticas

  • Hiperonímia: Geral → Hiponímia (Particular)
  • Relações de inclusão: Holonímia (Todo) → Meronímia (Parte)

Atos Ilocutórios

  • Assertivos: Indicam a posição do locutor relativamente ao que diz.
  • Diretivos: Levam o interlocutor a agir conforme a vontade do locutor.
  • Expressivos: Exprimem o estado psicológico do locutor.
  • Compromissivos: Responsabilizam o comportamento futuro.
  • Declarativos: Poder social que cria uma nova realidade.
  • Declarativos assertivos: Aconselhar.

Deíticos

  • Pessoais: Referentes ao sujeito.
  • Espaciais: Referentes ao local.
  • Temporais: Referentes ao momento.

Classificação dos Verbos

  • Intransitivo: Sem complementos.
  • Transitivo direto: Complemento direto (O quê?).
  • Transitivo indireto: Complemento indireto (A quem?)
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Frei Luís de Sousa: Análise das Cenas XI-XIII e XVI

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Análise das Cenas XI, XII, XIII e XVI

As cenas XI, XII e XIII preparam o clímax da diegese dramática: a cena do reconhecimento. Enquanto Manuel de Sousa Coutinho e D. Jorge conversam, o escudeiro Miranda vem avisar que um Romeiro, daqueles que costumam ir a Santiago, embora este diga que vem de Roma e dos Santos Lugares, quer falar com D. Madalena e só com ela.

A Ironia Trágica na Fala de D. Madalena

Comenta-se a ironia trágica presente na terceira fala de D. Madalena. A incredulidade de Madalena perante a dura caracterização que o Romeiro faz dos familiares que o esqueceram — “Haverá tão má gente e tão vil que tal faça?” — faz com que a sua pergunta assuma um valor irónico — embora involuntário por parte da personagem... Continue a ler "Frei Luís de Sousa: Análise das Cenas XI-XIII e XVI" »