Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Guia de Fármacos e suas Ações nos Órgãos do Corpo Humano

Enviado por allan e classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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ÓrgãoFármacoAção
PupilaLerin

O Lerin é indicado para hiperemias conjuntivais. Contém:

  • Fenolsulfonato de zinco: auxilia na remoção de muco ocular.
  • Cloridrato de nafazolina: possui ação vasoconstritora.
Vasos sanguíneosTridil

O Tridil (nitroglicerina) é um vasodilatador coronariano que relaxa a musculatura vascular lisa, sendo utilizado no tratamento de insuficiência cardíaca e isquemia aguda.

Glândulas salivaresSalivan

O Salivan (carmelose sódica) é um substituto da saliva humana indicado para o tratamento da xerostomia (boca seca), prevenindo complicações como cáries e fissuras linguais.

MiocárdioLASSBio-294

Substância cárdio-inotrópica positiva que aumenta a força de contratilidade cardíaca e promove vasodilatação, evitando

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Manual de Primeiros Socorros e Atendimento Pré-Hospitalar

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Deveres de um Socorrista

O socorrista deve:

  • Realizar acesso à vítima.
  • Fazer avaliação primária e secundária.
  • Mobilizar somente quando necessário.
  • Auxiliar na transferência e prestar informações em caso de acidentes.
  • Controlar o local.
  • Utilizar informações do local e da avaliação da cena.
  • Decidir quando os requisitos de segurança são atendidos.
  • Obter ajuda do pessoal presente na cena e controlar as atividades.

Negligência e Abandono no Atendimento

O que é Negligência?

Negligência é a não observação de padrões de assistência em relação à vítima. Tudo o que foge da normalidade do padrão deve ser observado em uma equipe de emergência. Pode ocorrer negligência ao deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem... Continue a ler "Manual de Primeiros Socorros e Atendimento Pré-Hospitalar" »

Anatomia e Funções Essenciais do Diencéfalo e Cerebelo

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3º Ventrículo

Cavidade estreita e mediana preenchida por líquido cerebrospinal, que se comunica com os ventrículos laterais pelos forames interventriculares e com o IV Ventrículo pelo aqueduto do Mesencéfalo.

Estruturas

  • Forame interventricular
  • Plexo coroide
  • Comissura posterior
  • Comissura anterior
  • Lâmina terminal
  • Sulco hipotalâmico
  • Aderência intertalâmica
  • Abertura do aqueduto do Mesencéfalo

Tálamo

São duas massas volumosas de substância cinzenta, de forma ovoide, dispostas de cada lado, na porção laterodorsal do diencéfalo.

Estruturas

  • Pulvinar
  • Tubérculo anterior
  • Aderência intertalâmica

Núcleos e Funções Gerais

Sensoriais, Motoras, Comportamento Emocional e Nível de ativação do córtex cerebral.

Funções Específicas dos Núcleos

Núcleos
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Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos

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Granuloma

Lesão radiolúcida, unilocular, circunscrita, de forma oval ou esférica, sempre associado a um ápice de um dente desvitalizado. Processo inflamatório de baixa duração, até 10 mm.

Cisto

Normalmente não apresenta sintoma, apresenta uma linha osteogênese reacional (radiopaca), provoca afastamento das raízes adjacentes, ultrapassa 10 mm.

Pericementite

  • Aguda (abscesso): dor, aumento da temperatura, vermelhidão, inchaço.
  • Crônica (cisto/granuloma): se apresenta em mais tempo, pode apresentar absorção óssea, são descobertos por radiografias por não apresentarem sintomas ou abscessos.

Cistos Odontogênicos Epiteliais

São originários da proliferação de restos epiteliais, associados à odontogênese lâmina dentária, órgão esmalte... Continue a ler "Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos" »

Imunologia dos Transplantes: Rejeição e Reconhecimento

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Imunologia dos Transplantes

A imunoterapia do câncer visa melhorar a imunidade antitumoral pelo fornecimento passivo de efetores imunológicos a pacientes ou pela catalisação ativa dos próprios efetores do hospedeiro. Abordagens para catalisação ativa incluem a vacinação com antígenos tumorais ou com células tumorais projetadas para expressar coestimuladores e citocinas.

Princípios Fundamentais da Rejeição

  • Transplantes teciduais são rejeitados pelo sistema imunológico, e os principais determinantes de rejeição são as moléculas do MHC.
  • Os antígenos de aloenxertos que são reconhecidos pelas células T são moléculas alogênicas do MHC que se assemelham a moléculas do MHC próprio carregadas de peptídeos que as células T são
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Guia de Farmacologia: Agonistas e Antagonistas Adrenérgicos

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Exemplos de Barbitúricos

Anticonvulsivantes: Fenobarbital. Anestésico: Tiopental.

Por que os barbitúricos são considerados inseguros?

  • Janela terapêutica estreita (dose tóxica é 10 vezes maior que a dose de indução).
  • Depressão respiratória acentuada quando combinados com outros depressores (ex: etanol).
  • Indução de tolerância (indutor enzimático das CYP) e dependência.

Exemplos de Benzodiazepínicos (BDZ)

Lorazepam, clorazepato, flurazepam, midazolam, nitrazepam, flunitrazepam, clonazepam, diazepam, cloxazolam e bromazepam.

Zolpidem

Cuidado em idosos devido à depuração reduzida.

Zaleplona com Cimetidina

A cimetidina inibe a CYP3A4, potencializando o efeito da zaleplona.

Eszopiclona com Cetoconazol

O cetoconazol inibe a CYP e diminui a eliminação... Continue a ler "Guia de Farmacologia: Agonistas e Antagonistas Adrenérgicos" »

Artéria Carótida: Ramos e Anatomia

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A artéria carótida comum esquerda é ramo direto do arco da aorta, já a artéria carótida comum direita é ramo da artéria subclávia direita. Ambas sobem pelo pescoço protegidas por músculos e pela bainha carótica, acompanhadas do nervo vago e da veia jugular interna. No nível da cartilagem tireóidea, elas se bifurcam em artéria carótida interna e externa.

Artéria carótida interna: não emite ramos cervicais e penetra no crânio através do canal carótico. A parte posterior do cérebro é irrigada pela artéria vertebral, que é um ramo da artéria carótida interna e atinge a cavidade do crânio através do forame magno.

Artéria carótida externa: relaciona-se com músculos e nervos – esternocleidomastóideo, digástrico,... Continue a ler "Artéria Carótida: Ramos e Anatomia" »

Infecções na Gravidez: Diagnóstico e Manejo Essencial

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Infecções Pré-Natais: Vias, Períodos e Diagnóstico

  • Vias de Transmissão:
    • Transplacentária.
    • Transamniótica (ascendente de germes da vagina e colo após ruptura prematura das membranas).
  • Períodos de Vulnerabilidade:
    • Pré-implantação (fertilização à implantação): Se grande número de células afetadas, pode ocorrer aborto. Se pequeno número, fenômeno de compensação, protegendo o embrião com sobrevida e sem malformação.
    • Embrionário (2ª a 9ª semana pós-concepção): Período mais vulnerável, podendo resultar em malformações morfológicas maiores.
    • Fetal (9ª semana ao termo): Pode causar malformações morfológicas menores e funcionais.
    • Paranatal (no parto): Exemplos incluem herpes simples, hepatite B, HIV, estreptococo do grupo
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Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento

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Tonsilite

Etiologia: Inespecífica (viral: adenovírus, influenza, parainfluenza, EBV; bacteriana: Streptococcus β-hemolítico, S. aureus, Haemophilus influenzae). Específica (mononucleose, fuso-espirilar, diftérica).

Viral vs. Bacteriana:

  • Viral: Febre baixa, rinorreia hialina, obstrução nasal, odinofagia moderada, gânglios menores e menos dolorosos.
  • Bacteriana: Febre alta, estado geral comprometido, exsudato, odinofagia intensa, adenomegalia localizada e dolorosa.

Tratamento: Analgésicos, antitérmicos e hidratação. Em casos bacterianos, utilizar amoxicilina, benzetacil, clavulanato, sulbactam, cefalosporinas de 2ª geração ou macrolídeos.

Mononucleose (EBV)

Quadro Clínico: Odinofagia, febre, mal-estar intenso, linfadenomegalia generalizada.... Continue a ler "Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento" »

Rastreamento e Diagnóstico de Cânceres Comuns

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Câncer Colorretal

Síndrome de Lynch

  • Critérios: 3 ou mais familiares com câncer; pelo menos 1 caso de câncer colorretal envolvendo, pelo menos, 2 gerações; não associada à polipose hereditária.
  • Lynch Tipo 1: Câncer colorretal.
  • Lynch Tipo 2: Câncer colorretal + ginecológico + (gástrico, intestino delgado, hepático...).

Pólipo Colorretal

  • Polipectomia (histopatológico) por colonoscopia.
  • Nova colonoscopia em 3 anos; se normal, colonoscopia a cada 5 anos.

Rastreamento do Câncer Colorretal

  • Todos > 50 anos:
    • Colonoscopia a cada 10 anos.
    • Sigmoidoscopia a cada 5 anos.
    • Pesquisa de sangue oculto nas fezes anualmente.
    • Colonoscopia virtual a cada 5 anos.
    • Enema opaco de duplo contraste a cada 5 anos.
    • Se algum resultado positivo, realizar colonoscopia.
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