Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Imunologia dos Transplantes: Rejeição e Reconhecimento

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Imunologia dos Transplantes

A imunoterapia do câncer visa melhorar a imunidade antitumoral pelo fornecimento passivo de efetores imunológicos a pacientes ou pela catalisação ativa dos próprios efetores do hospedeiro. Abordagens para catalisação ativa incluem a vacinação com antígenos tumorais ou com células tumorais projetadas para expressar coestimuladores e citocinas.

Princípios Fundamentais da Rejeição

  • Transplantes teciduais são rejeitados pelo sistema imunológico, e os principais determinantes de rejeição são as moléculas do MHC.
  • Os antígenos de aloenxertos que são reconhecidos pelas células T são moléculas alogênicas do MHC que se assemelham a moléculas do MHC próprio carregadas de peptídeos que as células T são
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Guia de Farmacologia: Agonistas e Antagonistas Adrenérgicos

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Exemplos de Barbitúricos

Anticonvulsivantes: Fenobarbital. Anestésico: Tiopental.

Por que os barbitúricos são considerados inseguros?

  • Janela terapêutica estreita (dose tóxica é 10 vezes maior que a dose de indução).
  • Depressão respiratória acentuada quando combinados com outros depressores (ex: etanol).
  • Indução de tolerância (indutor enzimático das CYP) e dependência.

Exemplos de Benzodiazepínicos (BDZ)

Lorazepam, clorazepato, flurazepam, midazolam, nitrazepam, flunitrazepam, clonazepam, diazepam, cloxazolam e bromazepam.

Zolpidem

Cuidado em idosos devido à depuração reduzida.

Zaleplona com Cimetidina

A cimetidina inibe a CYP3A4, potencializando o efeito da zaleplona.

Eszopiclona com Cetoconazol

O cetoconazol inibe a CYP e diminui a eliminação... Continue a ler "Guia de Farmacologia: Agonistas e Antagonistas Adrenérgicos" »

Artéria Carótida: Ramos e Anatomia

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A artéria carótida comum esquerda é ramo direto do arco da aorta, já a artéria carótida comum direita é ramo da artéria subclávia direita. Ambas sobem pelo pescoço protegidas por músculos e pela bainha carótica, acompanhadas do nervo vago e da veia jugular interna. No nível da cartilagem tireóidea, elas se bifurcam em artéria carótida interna e externa.

Artéria carótida interna: não emite ramos cervicais e penetra no crânio através do canal carótico. A parte posterior do cérebro é irrigada pela artéria vertebral, que é um ramo da artéria carótida interna e atinge a cavidade do crânio através do forame magno.

Artéria carótida externa: relaciona-se com músculos e nervos – esternocleidomastóideo, digástrico,... Continue a ler "Artéria Carótida: Ramos e Anatomia" »

Infecções na Gravidez: Diagnóstico e Manejo Essencial

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Infecções Pré-Natais: Vias, Períodos e Diagnóstico

  • Vias de Transmissão:
    • Transplacentária.
    • Transamniótica (ascendente de germes da vagina e colo após ruptura prematura das membranas).
  • Períodos de Vulnerabilidade:
    • Pré-implantação (fertilização à implantação): Se grande número de células afetadas, pode ocorrer aborto. Se pequeno número, fenômeno de compensação, protegendo o embrião com sobrevida e sem malformação.
    • Embrionário (2ª a 9ª semana pós-concepção): Período mais vulnerável, podendo resultar em malformações morfológicas maiores.
    • Fetal (9ª semana ao termo): Pode causar malformações morfológicas menores e funcionais.
    • Paranatal (no parto): Exemplos incluem herpes simples, hepatite B, HIV, estreptococo do grupo
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Complicações e Condutas na Gestação de Alto Risco

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Hipertensão Arterial Crônica (HAS) na Gestação

Definição: HAS (> 140 × 90 mmHg) identificada antes da concepção ou antes de 20 semanas de gestação, persistindo por mais de 12 semanas após o parto.

Estratificação de Risco e Classificação

  • Baixo risco: HAS essencial não complicada, sem lesão de órgão-alvo, PA < 180 × 110 mmHg e sem perda perinatal anterior.
  • Alto risco: HAS secundária, presença de lesão em órgão-alvo, PA ≥ 180 × 110 mmHg ou história de perda perinatal anterior.
  • Gravidade: Leve (PAS ≥ 140 mmHg ou PAD ≥ 90 mmHg); Grave (PAS ≥ 180 mmHg ou PAD ≥ 110 mmHg).
  • Fatores de risco: Idade superior a 40 anos, diabetes mellitus, óbito perinatal prévio e abortamento recorrente.
  • Riscos maternos: Pré-eclâmpsia,
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Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento

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Tonsilite

Etiologia: Inespecífica (viral: adenovírus, influenza, parainfluenza, EBV; bacteriana: Streptococcus β-hemolítico, S. aureus, Haemophilus influenzae). Específica (mononucleose, fuso-espirilar, diftérica).

Viral vs. Bacteriana:

  • Viral: Febre baixa, rinorreia hialina, obstrução nasal, odinofagia moderada, gânglios menores e menos dolorosos.
  • Bacteriana: Febre alta, estado geral comprometido, exsudato, odinofagia intensa, adenomegalia localizada e dolorosa.

Tratamento: Analgésicos, antitérmicos e hidratação. Em casos bacterianos, utilizar amoxicilina, benzetacil, clavulanato, sulbactam, cefalosporinas de 2ª geração ou macrolídeos.

Mononucleose (EBV)

Quadro Clínico: Odinofagia, febre, mal-estar intenso, linfadenomegalia generalizada.... Continue a ler "Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento" »

Rastreamento e Diagnóstico de Cânceres Comuns

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Câncer Colorretal

Síndrome de Lynch

  • Critérios: 3 ou mais familiares com câncer; pelo menos 1 caso de câncer colorretal envolvendo, pelo menos, 2 gerações; não associada à polipose hereditária.
  • Lynch Tipo 1: Câncer colorretal.
  • Lynch Tipo 2: Câncer colorretal + ginecológico + (gástrico, intestino delgado, hepático...).

Pólipo Colorretal

  • Polipectomia (histopatológico) por colonoscopia.
  • Nova colonoscopia em 3 anos; se normal, colonoscopia a cada 5 anos.

Rastreamento do Câncer Colorretal

  • Todos > 50 anos:
    • Colonoscopia a cada 10 anos.
    • Sigmoidoscopia a cada 5 anos.
    • Pesquisa de sangue oculto nas fezes anualmente.
    • Colonoscopia virtual a cada 5 anos.
    • Enema opaco de duplo contraste a cada 5 anos.
    • Se algum resultado positivo, realizar colonoscopia.
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Guía Clínica: Anticoagulación, Antibióticos y Manejo Terapéutico

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Fibrilación Auricular: Frecuencia, Ritmo y Anticoagulación

FA: control de frecuencia

FEVI > 40%: BB + BCC + lanatósido

FEVI < 40%: BB + lanatósido + amiodarona

BB (betabloqueantes): propranolol 1 mg/2 min EV; 10-40 mg c/6-8 h

BCC (bloqueantes de canales de calcio): verapamilo 5-10 mg bolo → infusión de 5 mg/h; 40 mg/12 h VO

Digitálicos: lanatósido C 0,4 mg

Antiarrítmicos:

  • Amiodarona: 300 mg en SG5% → 900-1200 mg IV; VO 200 mg/día

Control de ritmo: reduce trombos y riesgo de ACV

  • FA + ICFEVI < 40%: amiodarona
  • FA + ICFEVI > 40%: flecainida 300 mg; 150 mg/mañana c/12 h; 1-2 mg/kg. Propafenona: 450-600 mg; 150-300 mg/mañana VO
  • FA + IC descompensada reciente: dronedarona 400 mg c/12 h

Anticoagulación en FA

  • Válvula cardíaca o estenosis
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Bioquímica Metabólica: Ciclos, Hormonas e Patologias

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Por que razão o hálito é desagradável no diabético?

Ao tratar-se de um indivíduo diabético, a secreção de insulina pelas células B do pâncreas endócrino é deficiente ou ausente. Tal traduz-se numa série de acontecimentos que levam à produção de cetonas, conferindo ao hálito um cheiro desagradável. A diminuição da concentração de insulina traduz-se numa diminuição da entrada de glucose para as células. Este facto provoca o aumento da glicogenólise e da gluconeogénese a partir de elementos que não são hidratos de carbono, como proteínas e gorduras, aumentando os níveis de glucose plasmática. Contudo, devido à ausência de insulina, há um aumento da filtração renal de glucose e cetonas (derivadas de compostos... Continue a ler "Bioquímica Metabólica: Ciclos, Hormonas e Patologias" »

Guia Completo sobre Lesões, Feridas e Fraturas

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Lesões: Definição e Classificação

Lesões são ataques ao organismo humano causadas por processos mecânicos. Podem afetar diferentes estruturas:

  • Pele: Feridas
  • Tecido subcutâneo: Contusão
  • Músculo: Tensão
  • Articulação: Luxação
  • Osso: Fratura

Feridas

Perda da continuidade das partes moles do corpo, como resultado de um trauma.

Classificação quanto à aparência da pele:

  • Ferida Aberta: Separação dos tecidos moles.
  • Ferida Fechada: Lesões internas.

Classificação quanto à complicação:

  • Ferida Simples: Afeta a pele superficial, sem atingir órgãos principais.
  • Ferida Complexa: Profunda, com sangramento intenso, atingindo músculos, tendões, vasos e órgãos internos.

Classificação quanto ao instrumento causador:

  • Incisiva: Bordas afiadas, entrada
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