Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Química

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Degradação do Betão e Polímeros: Causas e Reações

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  1. Degradação Química do Betão

    • Carbonatação: O dióxido de carbono do ar penetra nos poros do betão e reage com o hidróxido de cálcio dissolvido na água existente no interior do betão. Consequentemente, dá-se uma destruição da camada passiva das armaduras, o betão deixa de funcionar como uma camada protetora e a corrosão pode-se desenvolver.
    • Cloretos: Tal como no caso da carbonatação, o aumento da quantidade de iões cloro acima de uma determinada quantidade despassiva a camada de óxido que protege as armaduras.
    • Ataque devido à carbonatação ou cloretos: Em ambos os casos, as principais consequências são a redução da secção transversal e da aderência das armaduras e, consequentemente, da capacidade resistente da estrutura;
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Fundamentos do Equilíbrio Químico e Princípio de Le Chatelier

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Fundamentos do Equilíbrio Químico

Reações Reversíveis

Em geral, podemos dizer que todas as reações são reversíveis. O que acontece é que as condições externas presentes no momento da reação determinam que a energia de ativação para uma das duas direções é muito menor do que para a oposta. Assim, a taxa de reação em uma das vias é favorecida.

Definição de Equilíbrio Químico

O equilíbrio químico é a situação em que a taxa de formação de reagentes e produtos em uma reação química são iguais (velocidades direta e inversa se igualam). As condições que devem ser cumpridas para alcançar o equilíbrio dependem de cada reação.

Lei da Ação das Massas

A velocidade de uma reação é proporcional ao produto das concentrações... Continue a ler "Fundamentos do Equilíbrio Químico e Princípio de Le Chatelier" »

Obtenção e Usos de Elementos Químicos Comuns

Classificado em Química

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Enxofre

Ocorrência

  • Encontra-se em regiões vulcânicas.

Obtenção

  • A partir do gás natural.
  • Processo Frasch.
  • Processo Claus.

Usos

  • Produção de ácido sulfúrico.
  • Vulcanização da borracha.

Processo Frasch

Injeta-se água superaquecida para fundir o enxofre do subsolo. Em seguida, injeta-se ar quente para torná-lo mais leve. Na superfície, passa por linhas aquecidas de vapor até um separador onde se remove o ar e a água.

Processo Claus

Processo de recuperação do enxofre a partir do H2S vindo do processamento do gás natural e petróleo. Reage-se um terço da quantidade inicial do H2S obtido nas refinarias:

2H2S + 3O2 → 2SO2 + 2H2O

O SO2 obtido reage com o H2S restante:

2H2S + SO2 → 3S + 2H2O

Hidrogênio

Obtenção

  • Eletrólise da água.
  • Eletrólise
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Guia de Reações em Química Orgânica

Enviado por Anônimo e classificado em Química

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Reações com Benzeno e Derivados

  • A reação de sulfonação do clorobenzeno produz: Ácido 3-clorobenzenossulfônico (principalmente isômeros orto e para, mas o meta é formado).
  • A monocloração da fenilamina (anilina) produz: Mistura de 2-cloroanilina e 4-cloroanilina.
  • Exemplos de produtos de reações de substituição eletrofílica em benzeno são: Tolueno (alquilação), nitrobenzeno (nitração) e clorobenzeno (halogenação).
  • Característica do benzeno: É um hidrocarboneto aromático que, apesar de insaturado, sofre preferencialmente reações de substituição.
  • A acilação de Friedel-Crafts em um anel aromático representa: A formação de uma cetona aromática.
  • Qual é o catalisador comumente usado nas reações de alquilação e acilação
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Nomenclatura de Sales Oxoácidas y Ácidos

Enviado por Marcos e classificado em Química

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Formulación y Nomenclatura Stock y Sistemática

Fe2(SO4)3
Tetraoxosulfato (VI) de hierro (III)
Tristetraoxosulfato (VI) de dihierro
Sulfato férrico

2. CoAsO4
Tetraoxoarseniato (V) de cobalto (III)
Tetraoxoarseniato (V) de cobalto
Ortoarseniato cobáltico

4. Au2CO3
Trioxocarbonato de oro (I)
Trioxocarbonato de dioro
Carbonato auroso

5. PbSO3
Trioxosulfato (IV) de plomo (II)
Trioxosulfato (IV) de plomo
Sulfato plumboso

6. Ag2SiO3
Trioxosilicato de plata
Trioxosilicato de diplata
Metasilicato de plata

7. Zn(ClO4)2
Tetraoxoclorato (VII) de cinc
Distetraoxoclorato (VII) de cinc
Perclorato de cinc

8. Ca(ClO)2
Oxoclorato (I) de calcio
Disoxoclorato (I) de calcio
Hipoclorito cálcico

9. NaIO4
Tetraoxoiodato (VII) de sodio
Tetraoxoiodato (VII) de sodio
Periodato sódico

10. CuNO3
Trioxonitrato... Continue a ler "Nomenclatura de Sales Oxoácidas y Ácidos" »

Condições de Contorno e Análise Dimensional em Fluidos

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Condições de Contorno em Dinâmica de Fluidos

Atrito Viscoso e Paredes Sólidas

As forças de atrito viscoso têm o efeito de fazer com que as camadas do fluido imediatamente em contato com uma superfície sólida adiram a esta, impedindo o movimento relativo. Além disso, não pode haver movimento relativo entre o fluido e a parede numa direção normal a ela.

Portanto, para uma condição de **fronteira de parede sólida**, a condição é: (Velocidade relativa parede-fluido).

Se o fluido é ideal e não há forças de atrito, a condição é:

Forças Atuantes e Interfaces de Fluidos

Podemos escrever a força que atua numa parede sólida como a **limitação do fluido** . Assim, a força por unidade de área será , que é a força normal... Continue a ler "Condições de Contorno e Análise Dimensional em Fluidos" »

Guia de Agregados, Aglomerantes e Argamassas

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Agregado Graúdo

Pedregulho natural (pedra britada, seixo rolado) com no máximo 15% passando por 4,8mm. Estáveis (granito, basalto, gnaisse).

  • Bitolas (mm): 0 = 9,5 | 1 = 19 | 2 = 25 | 3 = 38 | 4 = 76
  • Forma do Grão: Arredondados (+ trabalhabilidade, - resistência/aderência); Cúbico (- trabalhabilidade, + aderência/entravamento/resistência).
  • Índice de Forma (IF): Largura/espessura não passa de 3. Lamelares (não usar em concreto, aumenta consumo de argamassa, reduz adensamento).
  • Textura: Lisa, vítrea, granular, cristalina, rugosa, porosa.
  • Massa Específica Absoluta: Comum = 2,6 - 2,7 g/cm³; Basaltos = 2,8 - 3,0 g/cm³.
  • Massa Específica Aparente: 1,3 - 1,5 g/cm³ (usada no cálculo da dosagem).
  • Absorção: 0,5 - 1%.
  • Granulometria (mm): 4,8
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Propriedades de Materiais e Tipos de Corrosão

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Propriedades dos Materiais

c1) Condução Elétrica: Permite que altos níveis de energia sejam transferidos. É como as companhias aéreas e de distribuição de energia, transformadores e motores.

c2) Semicondutores Elétricos: Permitem a transmissão de eletricidade, sujeitos a diferença de potencial variáveis, como temperatura. Germânio e silício são ligados com nitrogênio, fósforo e arsênio.

c3) Isolamento Elétrico: Destina-se à não transmissão de energia, mesmo em campos elétricos muito altos. Por exemplo, cerâmicas e polímeros.

d) Propriedades Magnéticas: A interação entre a indução magnética e a intensidade de campo magnético. Os materiais destinados a permitir a passagem de fluxo magnético dependem da permeabilidade.... Continue a ler "Propriedades de Materiais e Tipos de Corrosão" »

Substâncias, Misturas e Leis da Física

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Substância Simples: São aquelas formadas por átomos de um mesmo elemento (Exemplos: oxigênio, o hidrogênio e o cloro).

Substância Composta: Ao contrário das simples, são constituídas por átomos de elementos diferentes. Exemplos: A água (contém átomos de oxigênio e de hidrogênio) e o cloreto de sódio (contém átomos de cloro e de sódio).

Substância Pura: As substâncias puras são aquelas formadas por apenas uma variedade de molécula. Ou seja, todas as moléculas são iguais. Por conta disso, possuem ponto de fusão, solidificação, ponto de ebulição constantes, e sua composição é bem definida.

Misturas Homogêneas: Mistura onde, ao final do processo de união de substâncias, estas já não podem ser identificadas como... Continue a ler "Substâncias, Misturas e Leis da Física" »

Teoria das Cores e Materiais de Pintura

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Teoria das Cores

A Cor e a Luz

Quando nos referimos a uma substância de cor, a luz é a base. As cores, como vermelho, verde, violeta e azul, são captadas pelo olho. A cor do pigmento designa as sensações produzidas quando o olho é estimulado por diferentes ondas de luz. A percepção da cor começa quando a luz passa através da córnea e do cristalino e atinge as células fotorreceptoras chamadas cones (6 milhões) e bastonetes (120 milhões). Essas células coletam parte do espectro de luz e, graças ao efeito fotoelétrico, transformam-na em impulsos elétricos que são enviados ao cérebro através do nervo óptico para criar a sensação de cor. São classificados em: ondas curtas (azul), médias (verde) e longas (vermelho). Quando... Continue a ler "Teoria das Cores e Materiais de Pintura" »