Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de História

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Industrialização e Movimentos Operários no Brasil

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A Origem da Industrialização Brasileira

Com a dificuldade em importar bens industrializados, a exportação do café foi prejudicada, estimulando os investimentos e a produção interna, basicamente a indústria de bens de consumo. Foi nesse cenário que a acumulação de capital, advinda da economia cafeeira, começou a ser revertida em investimentos industriais. O café já não apresentava o rendimento de outrora e a proibição do aumento da lavoura fez com que alguns barões do café começassem a diversificar seus investimentos. Surgiram empresários preocupados com o desenvolvimento das estradas de ferro, das cidades e de toda a infraestrutura necessária para o crescimento urbano.

Contudo, as primeiras indústrias surgiram de maneira... Continue a ler "Industrialização e Movimentos Operários no Brasil" »

O Século XIX: Transformações Sociais, Económicas e Políticas

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Liberalismo e a Defesa dos Direitos Individuais

O liberalismo opõe-se ao absolutismo. Defende a igualdade de direitos, a liberdade de expressão, o direito à propriedade, o direito a um julgamento livre e justo como direitos naturais, mas também a liberdade de comércio e de culto religioso. Este quadro de direitos, que deve assegurar a dignidade da pessoa humana, pretende ainda dotar o sujeito de instrumentos que lhe assegurem a participação no governo da sua própria sociedade. Assim, a sua condição de cidadão permitir-lhe-á dispor de direitos políticos, como o direito de voto e de participação em associações ou instituições em que exprima a sua vontade e lhe permita contribuir para o progresso social e partilhado por todos.... Continue a ler "O Século XIX: Transformações Sociais, Económicas e Políticas" »

A Crise na Igreja Católica e a Reforma Protestante

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A Crise na Igreja Católica

Durante a Idade Média e até ao século XVI, a Igreja Católica detinha muito poder na Europa. Contudo, as grandes mudanças que marcaram os séculos XV e XVI também se estenderam à instituição. O avanço dos conhecimentos científicos e o espírito crítico de humanistas como Savanarola (Itália), John Wycliff e Thomas More (Inglaterra), João Huss e Erasmo de Roterdão (Europa Central) contribuíram para o desenvolvimento de movimentos de contestação à Igreja. Estes defendiam mudanças profundas, apelando a um retorno aos princípios do cristianismo primitivo. Os humanistas criticavam:

  • A constante interferência da Igreja e dos papas em assuntos políticos e económicos;
  • As atitudes de membros do clero com
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Comunidades espanholas

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A escravidão no Brasil

A escravidão no Brasil iniciou-se ainda na primeira metade do século XVI, com início
das atividades de produção de açúcar. Os colonizadores portugueses traziam os negros de suas
colônias estabelecidas no continente africano pára utilizar como mão-de-obra escrava nos
engenhos.
O transporte de escravos era uma atividade altamente rentável na época. Os negros eram
tratados como simples mercadorias, sendo submetidos a péssimas condições de higiene e
conforto, amontoados nos porões dos navios negreiros. Durante a viagem entre a África e o
Brasil, muitos ficavam debilitados e acabavam morrendo.
O escravos negros, raptados de sua terra natal (principalmente da África Setentrional,
onde hoje estão, por exemplo,

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Revolução Francesa: Causas e Consequências

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Revolução Francesa

A Revolução Francesa, iniciada no século XVIII, marcou o começo da Era das Revoluções Burguesas. Fez parte de um movimento revolucionário global, atlântico e ocidental, que começou nos Estados Unidos em 1776, passando por Inglaterra, Irlanda, Holanda, Bélgica, Itália, Alemanha e Suíça, culminando na França em 1789. Embora tenha tido repercussões em outros países, retornou à França em 1830 e 1848.

A Revolução Francesa significou o fim do absolutismo e dos privilégios da nobreza. O povo conquistou direitos sociais e passou a ser respeitado.

A Pré-Revolução

No século XVIII, a França era predominantemente agrária. Com o início da industrialização, os preços de alguns produtos caíram, estimulando... Continue a ler "Revolução Francesa: Causas e Consequências" »

O Iluminismo e as Grandes Revoluções do Século XVIII

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O Iluminismo no Século XVIII

O século XVIII é o século das Luzes ou do Iluminismo. Este conceito evoca, antes de mais, a luz da Razão (inteligência, esclarecimento). O raciocínio humano seria o meio de atingir o progresso em todos os campos (científico, social, político, moral). Por contraposição, os autores identificavam, nesta época, a ignorância com as trevas: Galileu, nomeadamente, refere a importância da linguagem matemática sem a qual "vagueia-se num labirinto, às escuras".

Pontos-Chave do Pensamento Iluminista

A corrente filosófica iluminista acreditava (na esteira do pensamento de John Locke, filósofo do século XVII) na existência de um direito natural – um conjunto de direitos próprios da natureza humana (e, como... Continue a ler "O Iluminismo e as Grandes Revoluções do Século XVIII" »

Intervencionismo e o Estado Novo: Crise e Autoritarismo

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A crise de 1929 foi reveladora de debilidades da política económica. A resistência das democracias liberais e o intervencionismo do Estado surgiram como resposta à depressão dos anos 30 e à fragilidade do capitalismo liberal.

O Pensamento de John Maynard Keynes

John Maynard Keynes chamou a atenção para a necessidade de um maior intervencionismo do Estado. Este defendia:

  • Investimentos públicos: luta contra o entesouramento e ajuda às empresas;
  • Regulação do mercado pelo Estado;
  • Apoios e incentivos às empresas: relançamento da produção de bens;
  • Políticas financeiras antideflacionistas: vantagens de uma inflação controlada;
  • Medidas de cariz social: resolução do desemprego crónico e relançamento da procura.

O Estado passou a ter um... Continue a ler "Intervencionismo e o Estado Novo: Crise e Autoritarismo" »

Isabel: Entre o Amor, o Mistério e a Redenção

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Esta é a história de Isabel, uma adolescente que enfrenta os desafios típicos da juventude e lida com uma baixa autoestima. Apaixonada pelo seu primo, Cristiano, ela reluta em comparecer à festa de aniversário dele, mas acaba cedendo à insistência de sua mãe e leva sua melhor amiga, Rosana.

Durante a festa, Isabel sente-se excluída ao ver Cristiano e Rosana conversando o tempo todo. Triste, ela começa a beber e retira-se para o jardim, onde conhece Fernando, que se encanta por ela imediatamente. No entanto, Isabel o rejeita, sentindo-se ainda mais isolada. Já embriagada, ela é surpreendida por um beijo apaixonado de um rapaz; acreditando ser Cristiano, ela cria um conto de fadas em sua mente, que desmorona quando descobre que Cristiano... Continue a ler "Isabel: Entre o Amor, o Mistério e a Redenção" »

Da Revolução à Consolidação da Democracia (1974–1976)

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O movimento das Forças Armadas e a eclosão da revolução

No início dos anos 70, o impasse em que se encontrava a guerra colonial começou também a pesar sobre o Exército. Foi esse sentimento que induziu o general António de Spínola a publicar Portugal e o Futuro e que transformou um movimento de oficiais no movimento revolucionário que derrubou o Estado Novo.

O Movimento dos Capitães nasceu em julho de 1973 como forma de protesto contra dois diplomas legais que facilitavam o acesso dos oficiais milicianos ao quadro permanente do Exército. Os oficiais de carreira, sobretudo capitães, rapidamente viram satisfeitas as suas reivindicações mas, nem por isso, o movimento esmoreceu.

O Movimento dos Capitães depositou a sua confiança nos... Continue a ler "Da Revolução à Consolidação da Democracia (1974–1976)" »

A Revolução dos Bichos: Análise, Alegoria e Crítica Social

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Autor: George Orwell

Sinopse de A Revolução dos Bichos

O sonho de um velho porco de criar uma granja governada por animais, sem a exploração dos homens, concretiza-se com uma revolução. Como acontece com as revoluções, a dos bichos também está fadada à tirania, com a ascensão de uma nova casta ao poder. Nesta fábula feita sob medida para a Revolução Russa, “todos os animais são iguais, mas uns são mais iguais do que os outros”.

Análise de A Revolução dos Bichos

A obra de George Orwell é um romance, mas podemos afirmar que é uma fábula sobre o comportamento humano. Destacaremos dois pontos que nos comprovam isso:

  • Personagens Animais: Consideramos uma fábula porque os personagens são animais e agem como homens. “ (…)
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