Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Psicologia e Sociologia

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A Revolução Cognitiva: Mente, Corpo e Paradigmas

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A Revolução Cognitiva e a Ciência da Mente

Desde que você completou cinquenta anos, a abordagem cognitiva assumiu um papel chave na pesquisa psicológica. A Revolução Cognitiva é um movimento intelectual que iniciou uma nova área de estudos conhecida como ciência cognitiva: o estudo da mente e dos fundamentos do cérebro.

Trata-se de um movimento interdisciplinar que combina novas ideias da psicologia, antropologia e linguística, com os campos recentes da inteligência artificial, ciência da computação e neurociência. Ou seja, não é o nome de uma ciência, mas a cooperação de várias ciências.

O Estudo da Cognição

O estudo da mente é o estudo da cognição, que envolve perceção, representação e linguagem.

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A Revolução Cognitiva: Da Mente ao Corpo Pensante

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A Revolução Cognitiva foi a expressão utilizada para designar o movimento científico iniciado nos anos 50, que deu origem à chamada Ciência Cognitiva. É o estudo da mente e das perspectivas fundamentais da mente e do cérebro. Ou seja, não é o nome de uma ciência, é a cooperação de muitas ciências. Todo o estudo da mente, tal como tudo na mente, deriva da cognição.

A Revolução Cognitiva na psicologia foi uma resposta ao behaviorismo predominante na tipologia da psicologia experimental. Com influências de Ivan Pavlov, Skinner e outros fisiologistas. A partir do Behaviorismo, podemos referir que a psicologia é o estudo da mente e do comportamento. O paradigma da Ciência Cognitiva refere a relação entre a mente, cérebro,... Continue a ler "A Revolução Cognitiva: Da Mente ao Corpo Pensante" »

A Relação Corpo-Mente: Da Autoconsciência à Ciência Cognitiva

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A autoconsciência, a capacidade de pensar em mim próprio, é a prova da existência. Todo o conhecimento só tem validade se for provado pela ciência. Foi esta tipologia cartesiana que abriu a porta para a ciência moderna. Descartes considerava que, por um lado, a mente pode ser estudada por leis que estão na natureza, mas também por leis metafísicas, que estão para além dela. A mente para Descartes continua a ser metafísica, platónica e cristã. Damásio expressa um novo paradigma da cognição, onde procura inverter o significado da máxima cartesiana. Na teoria da cognição atual, a existência é anterior ao pensamento, onde a existência será pensamento. Só o corpo existe e só existe pensamento porque o corpo pensa. A vida... Continue a ler "A Relação Corpo-Mente: Da Autoconsciência à Ciência Cognitiva" »

Teorias da Linguística e Desenvolvimento Cognitivo: Chomsky, Piaget e Conexionismo

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A Revolução Linguística de Noam Chomsky

Antes, a linguística tinha como objeto de estudo a classificação dos elementos das línguas (fonética, fonologia e morfologia), mas Chomsky pretendia alargar os seus objetivos: explicar todas as relações linguísticas entre os sistemas de som e o sistema de significado de uma língua.

Chomsky, um mentalista que representava a corrente racionalista, defendia a importância atribuída às estruturas inatas ao ser humano, que propiciam a realização de complexas operações mentais. Ele debateu as teorias de ensino e aprendizagem no contexto dos estudos linguísticos de Skinner, autor comportamentalista e representante da corrente empirista, que acentua o papel da experiência e do ambiente, dos... Continue a ler "Teorias da Linguística e Desenvolvimento Cognitivo: Chomsky, Piaget e Conexionismo" »

Métodos de Pesquisa: Observação, Focus Group e Estudos

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Tipos de Observação

  • Observação estruturada: O pesquisador define claramente os comportamentos a serem observados e os métodos pelos quais serão avaliados.
  • Observação não estruturada: Observação de todos os fenómenos relevantes sem especificar os detalhes.
  • Observação não participante: Os indivíduos não sabem que estão a ser observados.
  • Observação participante: Os indivíduos sabem que estão a ser observados.
  • Observação natural: Observação do comportamento no ambiente natural.
  • Observação planeada: Observação num ambiente artificial.

Requisitos da Observação

  • Sistemática: Durante um período de tempo prolongado.
  • Explícita: Tomar notas lógicas do que estamos a observar e como.
  • Metódica: Manter a programação (mas estar
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Modelo de Ajustamento e Bem-Estar: Integração e Correlação

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17. Na gênese do Modelo de ajustamento e bem-estar sob condições de vida normativas (Lent, 2004), são integrados e correlacionados dois modelos. Identifique-os.


A estrutura teórica do bem-estar, apresentada por Lent em 2004, integra e correlaciona dois modelos: um destinado ao estudo do bem-estar sob condições normativas de vida e outro focado na recuperação do bem-estar após eventos traumatizantes.

18. Indique, sistematicamente, o que é defendido pelo modelo integrativo de ajustamento e bem-estar sob condições de vida normativas.


O modelo integrativo de ajustamento e bem-estar sob condições de vida normativas defende que a satisfação global de vida é influenciada por:

  • Variáveis de personalidade
  • Satisfação em domínios de vida
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De Descartes à Ciência Cognitiva: O Paradigma Mente-Corpo e a Revolução

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René Descartes e o Método Cartesiano

René Descartes desenvolveu o Método Cartesiano, no qual defende que só se deve considerar algo como verdadeiramente existente caso se possa comprovar sua existência. Segue o princípio de que devemos duvidar de todo conhecimento que não possua explicações evidentes.

O Dualismo Mente-Corpo e a Glândula Pineal

Descartes foi também um defensor do dualismo mente-corpo. Diferente de defensores anteriores do dualismo, Descartes defendeu que a relação não é unidirecional. Sua hipótese era de que o corpo funciona como uma máquina, enquanto a mente é imaterial e não segue as leis da natureza. Mente e corpo seriam conectados pela Glândula Pineal, através da qual a mente comanda o corpo, mas também... Continue a ler "De Descartes à Ciência Cognitiva: O Paradigma Mente-Corpo e a Revolução" »

Teorias da Comunicação: da Manipulação à Persuasão

Enviado por joey101 e classificado em Psicologia e Sociologia

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Escola Americana – Focada nos Efeitos das Pesquisas

Teoria Hipodérmica ou Teoria da “Bala Mágica” (1914 em diante)

Resume a comunicação como um processo baseado em estímulo e resposta: a mídia possui a capacidade de provocar certas reações nas pessoas, semelhante a uma agulha hipodérmica que “inocula” mensagens no público.

Esta teoria trata os receptores como uma “massa amorfa”, ou seja, um conjunto indiferenciado de pessoas que podem ser facilmente manipuladas pelos meios de comunicação (Entende a comunicação apenas como instrumento de manipulação e alienação das massas).

Embora a metáfora seja interessante para demonstrar o poder e as intenções da mídia, hoje se sabe que este modelo está ultrapassado, justamente... Continue a ler "Teorias da Comunicação: da Manipulação à Persuasão" »

A Evolução da Cognição: Da Revolução Cartesiana à Neurodiversidade

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Kuhn e a Evolução da Ciência

Thomas Kuhn introduz a noção de que a ciência não é vista pelo acúmulo de descobertas, mas trata-se de um processo histórico, além disso, a ciência é um processo sociológico e subjetivo, colocando a noção de irracionalidade na arena da atividade científica. A ciência progride via estágios de desenvolvimento que vão de um estágio pré-paradigmático, passando pelo estágio paradigmático, crise e revolução, dando origem, então, a um novo paradigma. Resumidamente, um paradigma é uma maneira que aceita a resolução de problemas, além de um compartilhamento de valores, crenças, etc., pelos membros de uma comunidade científica. Um paradigma que entra em anomalias passa a sofrer pressões pelas... Continue a ler "A Evolução da Cognição: Da Revolução Cartesiana à Neurodiversidade" »

Psicologia das Emoções e Motivação: Conceitos e Fatores

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Psicologia das Emoções e Motivação

Conceito: A motivação é necessária para iniciar uma ação, mantê-la ou terminá-la. Ela tenta resolver problemas e envolve afetos, emoções e sentimentos, podendo dificultar ou estimular as aprendizagens.

Representa o aspeto dinâmico da ação e possui um caráter multidimensional. A motivação confere força e propósito (para o alcance de objetivos) ao comportamento, incentivando-o.

Depende de fatores individuais e ambientais, sendo uma experiência interna de:

  • Necessidades: físicas, psicológicas, sociais, primárias e secundárias (condições para a manutenção);
  • Cognições: crenças, expectativas, autoestima, autoconceito, perceções e competências;
  • Emoções: multidimensional e subjetiva,
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