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História e Modelos da Avaliação Psicológica

Classificado em Psicologia e Sociologia

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História da Avaliação Psicológica

História: A proposta de Alfred Binet e Victor Henri, apresentada em 1895, continua relevante no desenvolvimento de testes psicológicos. O foco no estudo das diferenças individuais nos processos psíquicos destacou a importância de compreender a diversidade de capacidades humanas, permitindo que a avaliação moderna seja adaptada às necessidades específicas de cada indivíduo. A inclusão de várias faculdades psíquicas, como memória, imaginação, atenção e compreensão, garantiu uma abordagem multidimensional, essencial para uma avaliação completa e precisa. Binet e Henri também enfatizaram a simplicidade, padronização e adaptação cultural dos testes, assegurando a comparabilidade dos... Continue a ler "História e Modelos da Avaliação Psicológica" »

Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis

Classificado em Língua e literatura

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Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis

Alberto Caeiro

Alberto Caeiro é apresentado como o "mestre" entre os heterónimos de Fernando Pessoa, caracterizando-se por uma visão de mundo simples e direta. Ele rejeita o pensamento abstrato e intelectual, valorizando a experiência sensorial e a observação imediata da natureza. A sua filosofia, conhecida como sensacionismo, defende que o mundo deve ser sentido, não pensado: "Eu não tenho filosofia: tenho sentidos". A simplicidade e pureza são centrais na sua obra, com uma visão quase infantil e panteísta do mundo. Caeiro encontra paz e serenidade na natureza, recusando complicações emocionais ou filosóficas. A sua linguagem é simples, próxima da oralidade, e a sua poesia é... Continue a ler "Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis" »

Temas e Estilo: Ricardo Reis e Alberto Caeiro

Classificado em Língua e literatura

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1. A Natureza e a Brevidade da Vida em Ricardo Reis

No poema de Ricardo Reis, a natureza tem um papel essencial no desenvolvimento do pensamento do sujeito poético, funcionando como uma metáfora para a brevidade da vida. As rosas, associadas ao mito de Adónis, representam a fragilidade da existência humana, pois nascem e morrem rapidamente. A referência ao sol e a Apolo reforça a ideia de que, tal como as flores, a vida humana é curta e inevitavelmente sujeita à morte.

O verso “façamos nossa vida um dia” sugere a filosofia do carpe diem (expressão latina que significa “aproveita o dia”), incitando o sujeito a viver o presente, consciente da fugacidade da vida. Assim, a natureza reflete a nossa mortalidade e a urgência de aproveitar... Continue a ler "Temas e Estilo: Ricardo Reis e Alberto Caeiro" »

Princípio da Proporcionalidade e Artigo 8.º da CRP: Direito Internacional

Classificado em Outras materias

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Princípio da Proporcionalidade e Artigo 8.º da CRP

O Princípio da Proporcionalidade e o Artigo 8.º da Constituição da República Portuguesa (CRP), que trata da aplicação do direito internacional no ordenamento jurídico português, estão ligados de forma indireta. Embora o Artigo 8.º não mencione expressamente o Princípio da Proporcionalidade, este é fundamental para garantir que as normas internacionais aplicadas em Portugal respeitem os valores constitucionais e os direitos fundamentais consagrados na CRP.

O Artigo 8.º da CRP: Contexto e Conteúdo

O Artigo 8.º estabelece o regime de integração do direito internacional no sistema jurídico português. Os pontos principais incluem:

  • Normas de Direito Internacional Geral ou Consuetudinário:
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Sistemas Constitucionais: França, Reino Unido, EUA e Portugal

Classificado em Ciências Sociais

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Comparação entre Sistemas Constitucionais: França, Reino Unido e EUA

1. Natureza da Constituição

Estados Unidos

  • Constituição escrita: Estabelecida em 1787, é a mais antiga e uma das menores em termos de artigos.
  • Rigidez: Alterações exigem um processo formal e complexo:
    • Aprovação de 2/3 de ambas as casas do Congresso e ratificação por 3/4 das assembleias legislativas dos estados.
  • Elástica: Emendas permitem adaptação, mantendo a estrutura rígida.
  • Hierarquia: A Constituição é a lei suprema; normas contrárias são inconstitucionais.

Reino Unido

  • Constituição não escrita: Baseada em costumes (common law), documentos históricos (Magna Carta de 1215, Declaração de Direitos de 1689) e estatutos.
  • Flexibilidade: Modificações por simples
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Sistemas Constitucionais: EUA, Reino Unido e Portugal

Classificado em Outras materias

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Sistema norte-americano

 • 1787– a mais antiga Constituição escrita do mundo e também uma das mais pequenas, composta, originalmente, por 7 artigos.

• 1791– a Bill of Rights vem completar a Constituição, com o objetivo de limitar o poder federal e proteger a autonomia dos Estados.

• Com a mesma força jurídica dos sete artigos da Constituição, ao longo dos tempos foram feitos 26 aditamentos (emendamentos), os quais modificam e completam alguns aspectos dos direitos fundamentais.

• Inspirada pelo sistema de Common Law, a Constituição dos EUA é, simultaneamente, regulamentação e metalúrgico.

• Rígida porque não pode ser alterada em moldes idênticos aos adotados para as leis ordinárias, sendo que qualquer alteração... Continue a ler "Sistemas Constitucionais: EUA, Reino Unido e Portugal" »

A Constituição da República Portuguesa

Classificado em Ciências Sociais

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O Direito Constitucional da República Portuguesa é regido pela Constituição da República Portuguesa (CRP), promulgada em 2 de abril de 1976, sendo a lei fundamental do ordenamento jurídico do país. Esta Constituição reflete os princípios democráticos estabelecidos após a Revolução dos Cravos (25 de abril de 1974), que pôs fim ao regime autoritário do Estado Novo e iniciou uma nova era de liberdade, democracia e direitos fundamentais em Portugal.

Estrutura da Constituição

A CRP organiza-se em partes principais, cada uma abordando aspetos fundamentais da organização do Estado, dos direitos dos cidadãos e da estrutura de poder:

Princípios Fundamentais (Artigos 1.º a 11.º)

  • Define Portugal como uma República soberana, baseada
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Conceitos Fundamentais de Direito e Teoria da Norma

Classificado em Outras materias

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Fontes Mediatas vs. Fontes Imediatas

A distinção entre fontes mediatas e imediatas do Direito refere-se à sua capacidade de criar normas jurídicas diretamente aplicáveis e à maneira como influenciam o ordenamento jurídico. Abaixo está a explicação detalhada de cada uma:

1. Fonte Imediata

As fontes imediatas do Direito são aquelas que possuem força vinculativa própria e são diretamente responsáveis pela criação de normas jurídicas obrigatórias. Elas constituem os verdadeiros modos de produção do Direito.

Exemplos de Fontes Imediatas:

  • Lei: Normas jurídicas criadas por órgãos competentes, como o Parlamento ou o Governo (ex: Constituição, códigos civis, leis ordinárias, decretos-lei).
  • Normas da União Europeia: Regulamentos
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Europa: Identidade, História e Desafios da União Europeia

Classificado em Língua e literatura

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O que é a Europa?

Com base nos excertos fornecidos de Joseph Ratzinger e George Steiner, podemos definir alguns temas caracterizadores da ideia de Europa e apresentar semelhanças e diferenças entre os dois autores:

A Ideia de Europa (George Steiner) e Europa: Os seus fundamentos, hoje e amanhã (Joseph Ratzinger).

1. Temas caracterizadores da ideia de Europa:

  • Origens e História: Ambos os autores exploram as origens históricas e culturais da Europa. Ratzinger enfatiza a influência do Império Romano e do cristianismo na formação da identidade europeia. Steiner também menciona a importância da história e das tradições europeias. Ambos reconhecem que a Europa é um conceito cultural e histórico, e não apenas geográfico.
  • Identidade Complexa:
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Audiências na Teoria da Comunicação de Massas (McQuail)

Classificado em Outras materias

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Denis McQuail, Teoria da Comunicação de Massas (2003)

Conceito de Audiências:

  • A complexidade e multiplicidade da formação da audiência dificultam qualquer descrição simples ou explicação teórica única. Podemos concluir que as audiências raramente são o que parecem. São, com frequência, agregados em mudança, sem fronteiras claras. (McQuail, 2003, p. 400);
  • Pode definir-se de formas diferentes e sobrepostas pelo lugar, pelas pessoas, pelo tipo particular de meio envolvido, pelo conteúdo das suas mensagens e pelo tempo;
  • A diferença entre a audiência de espetáculos tradicionais e a dos modernos meios de massas reside no facto de esta última ser normalmente “muito maior e (…) muito mais dispersa, individualizada e privatizada”
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