Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Direito de Universidade

48 Questões Comentadas de Processo do Trabalho (CLT)

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Questões de Múltipla Escolha sobre Processo do Trabalho

  1. Qual é o prazo para ser marcada a audiência de instrução e julgamento após apresentada exceção de suspeição?

    1. 24 horas;
    2. 48 horas;
    3. 5 dias;
    4. 10 dias;
  2. O número máximo de testemunhas no procedimento sumaríssimo é de:

    1. 2 para cada parte – Art. 852-H, § 2º, CLT.
    2. 3 para cada parte;
    3. 4 para cada parte;
    4. 5 para cada parte;
    5. 6 para cada parte;
  3. Qual é o horário das audiências no processo do trabalho?

    1. 06h até às 20h;
    2. 08h até às 17h;
    3. 08h até às 18h – Art. 813, CLT.
    4. 08h até às 19h;
    5. 09h até às 18h;
  4. No procedimento sumaríssimo, adiada a audiência, o prazo máximo para ser proferida a sentença é de:

    1. 15 dias;
    2. 20 dias;
    3. 30 dias - Art. 852-H, § 7º, CLT.
    4. 45 dias;
  5. O juiz é livre na apreciação da

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Análise de Questões Tributárias: Isenção, Anistia e Substituição Tributária

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Questões Tributárias Fundamentais

1. Isenção de Imposto de Renda

1. Leia com atenção: “A Lei 7.712/88 estabeleceu: Art. 6º - Ficam isentos do imposto de renda os seguintes rendimentos percebidos por pessoas físicas: (...) XIV - os proventos de aposentadoria ou reforma motivada por acidente em serviço e os percebidos pelos portadores de moléstia profissional, tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, Parkinson (...) (...) com base em conclusão da medicina especializada, mesmo que a doença tenha sido contraída depois da aposentadoria ou reforma;(...)

1.1 Pergunta-se: A lei posterior que viesse a revogar o disposto...

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Serviços Públicos: Princípios, Extinção e Responsabilidade

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Princípios dos Serviços Públicos e Serviço Adequado

Tradicionalmente, os três princípios norteadores dos serviços públicos foram elencados na França por Louis Rolland da seguinte forma:

  • a) Princípio da Continuidade
  • b) Princípio da Igualdade
  • c) Princípio da Mutabilidade

Outros princípios, no entanto, foram reconhecidos posteriormente, tendo em vista a própria evolução da noção de serviço público. Atualmente, não há consenso doutrinário em relação ao elenco e à nomenclatura dos princípios modernos que regem essa atividade administrativa. De modo geral, a doutrina mais moderna costuma relacioná-los da seguinte forma:

  • a) Continuidade
  • b) Igualdade (ou Uniformidade, Neutralidade)
  • c) Mutabilidade (ou Atualidade)
  • d) Generalidade
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Descontinuidade do Serviço Público, Risco Integral e Nexo Causal

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13) Hipóteses de descontinuidade do serviço público (art. 6º Lei 8987/95).

A Lei 8.987/95, em seu artigo 6º, trouxe as hipóteses em que a descontinuidade do serviço é permitida, sem que o prestador sofra as consequências de seu inadimplemento contratual. § 3º Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando:

  1. motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,
  2. por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade.

O parágrafo 3º, já em seu caput, possibilita a paralisação dos serviços em situações de emergência. Nas palavras de Dinorá Grotti, “há emergência quando ocorrer situação de perigo que

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Responsabilidade Civil, Isonomia e Agentes Públicos

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1) Responsabilidade Civil de Concessionárias de Serviço Público e Prazo Prescricional:

A concessão de serviço público está definida no art. 2º, inciso III, da Lei nº 8.987/1995 como a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado.

Do conceito legal, fica claro que o concessionário presta o serviço por sua conta e risco e, em caso de dano, assume a responsabilização de forma objetiva, nos moldes do art. 37, § 6º da CF/88. Também no art. 25 da Lei Federal nº 8.987/1995, é expressa a responsabilidade da concessionária em responder...

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Direito Grego Antigo: Filosofia, Leis e Sistema Judicial

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Fundamentos e Fontes do Direito Grego

  • Filosofia e Pensamento:
    • Grandes pensadores: Sócrates, Platão e Aristóteles.
    • Os pensadores gregos tiveram grande contribuição para a filosofia e para a política.
  • Fonte Principal do Direito: Nomus (Lei) – Tinha a função de limitar os poderes das autoridades.
  • Participação Popular: Havia participação popular na vida pública, inclusive na esfera judiciária.
  • Direito no Cotidiano: Cidadãos letrados utilizavam a literatura jurídica como fonte de instrução. Textos jurídicos eram apresentados em forma de poema (Exemplo: Leis de Sólon).
  • Natureza da Lei: Poucas leis codificadas; predominância de costumes, senso e ideal de justiça.
  • Limitações da Democracia Ateniense: Apesar dos avanços, a Constituição
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História do Direito: Egito, Hebreus e Mesopotâmia

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Civilização Egípcia

  • Direito Evoluído: Comparado ao Direito Romano, com igualdade perante a lei e ausência de privilégios.
  • Processo Judicial: Acusação como dever cívico, julgamentos secretos, decisões simbólicas e polícia repressiva.
  • Direito Penal: Penas cruéis (morte, trabalho forçado, chicotadas), porém menos severas que em outras civilizações.
  • Direito de Família: Igualdade entre marido, mulher e filhos; liberdade testamentária com reserva hereditária; sem privilégio de primogenitura.
  • Contratos: Livres e escritos, registrados por escribas.
  • Tribunais: Classe sacerdotal organizada pelo Faraó.
  • Nota Histórica: Embora faltem fontes materiais escritas, a sociedade possuía regramentos claros em Direito Penal, Contratos e Família.
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Perguntas e Respostas Essenciais sobre Processo Penal

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Este documento aborda questões fundamentais do Direito Processual Penal, oferecendo esclarecimentos sobre conceitos importantes para estudantes e profissionais da área.

1. Qual a Diferença entre Quebra e Cassação da Fiança?

Na quebra da fiança, o acusado perde metade do valor. Já na cassação da fiança, esse valor é devolvido.

2. Requisitos para a Produção de Provas

Os requisitos para a produção de provas são:

  • Prova Admissível;
  • Permanente ou Fundada;
  • Concludente;
  • Passível de Realização.

3. Espécies de Prova Proibida

Existem duas espécies de prova proibida:

  • Prova Ilegítima: Aquela produzida em contrariedade com o Código de Processo Penal (CPP).
  • Prova Ilícita: Aquela produzida em contrariedade com o Código Penal (CP).

4. Requisitos

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Guia sobre Crimes Hediondos, Maria da Penha e Desarmamento

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1) Quais são os crimes equiparados a hediondos? E por que são assim denominados?

No art. 5º da CF, XLIII, encontram-se os crimes equiparados a hediondos, são eles: prática da tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e outras drogas afins e o terrorismo. São hediondos pois são cometidos com crueldade e sadismo, mostrando-se repugnantes aos olhos humanos.

2) Como é feita a progressão de regime nos crimes hediondos, Lei Maria da Penha e desarmamento?

Crimes hediondos: está disposto nos arts. 1º e 2º da Lei 8.072/90. O 1º estabelece que a pena prevista neste artigo será inicialmente em regime fechado. O 2º determina que a progressão de regime, no caso dos condenados aos crimes previstos neste artigo, dar-se-á após o cumprimento...

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Dolo, Culpa e Legítima Defesa no Direito Penal

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Relação de Causalidade e Teoria do Crime

Relação de Causalidade (Artigo 13, caput, CP): Refere-se à ligação entre a conduta e o resultado (o nexo causal liga os dois).

Fato Homicídio

  • Crime Consumado;

Artigo 18 do CP: Crime Doloso e Crime Culposo

Dolo

O dolo ocorre quando o agente quer o resultado. É composto por Vontade + Consciência (se faltar um desses elementos, não há crime doloso).

  • Vontade: Momento volitivo; decisão a respeito de querer realizar a conduta (diferente do desejo).
  • Consciência: O agente deve saber exatamente aquilo que faz para que possa ser atribuído o resultado doloso. Obs: Não quer dizer que o agente conhece o tipo penal (Artigo 10 do CP).
  • Erro de Tipo: Afasta sempre o dolo do agente, pois faltará a vontade e a
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